
- Anthony Gatto
- EUA
- Malabarismo

Quando você se reuniu à equipe do Cirque du Soleil?
Em março de 2007.
Como aconteceu seu primeiro contato com o Cirque? Qual era o contexto?
O Cirque du Soleil entrou em contato comigo há vários anos, mas nunca houve um projeto ideal para mim, até a criação de KOOZA.
Nos fale sobre sua audição, formação ou oficina.
Eu não tive que fazer nenhuma audição. David Shiner, diretor de palco de KOOZA, me conhece desde que eu era criança. Ele veio ver meu show em Las Vegas e decidiu que eu me adaptaria bem em KOOZA.
Como foi a sua integração ao espetáculo?
Por causa dos meus compromissos profissionais, fui o último artista a me reunir à trupe e fui jogado diretamente no fogo… O primeiro mês foi realmente muito movimentado!
De que maneira fazer parte de um espetáculo do Cirque du Soleil permite que você se exprima em sua disciplina?
Isto me deu a oportunidade de tentar um personagem diferente daqueles que eu tinha feito durante toda a minha vida. Participar de espetáculos é se desenvolver e o Cirque oferece um bom ambiente para quem quer crescer como artista.
Do que é que você gosta mais como membro do Cirque du Soleil?
Para mim, o Cirque du Soleil representava o nível superior, a próxima etapa. Eu estou muito feliz de ter chegado até aqui.
Como foi a transição de sua carreira anterior a seu papel atual no Cirque?
A transição se passou bem. Durante quase toda minha carreira, eu tive um horário carregado: duas apresentações por dia, seis ou sete dias por semana. Isto me ajudou muito.
Por que você recomendaria a um artista de se tornar membro do Cirque?
Nenhuma outra empresa cuida tão bem de seus artistas como o Cirque du Soleil. Além disso, me tranqüiliza saber que o Cirque du Soleil existirá ainda durante muitos anos.