Christian Fitzharris

Entrevista

Sua maior realização artística antes de reunir ao Cirque du Soleil:
Ator principal no filme Sister Act 2 com Whoopi Goldberg.

Nos fale um pouco sobre seu treinamento/formação (escolar) artística antes de começar a trabalhar para o Cirque du Soleil:
Eu me apresento desde criança e de maneira profissional desde os 15 anos de idade. Estudei teatro no The Young Actor’s Space e na The Beverly Hills Playhouse em Los Angeles. Estudei improvisação em comédia no Comedy Sportz e na The Second City.

  • Christian Fitzharris
  • EUA
  • Palhaço e improvisação em comédia
  • KOOZA

Quando foi que você entrou para o Cirque du Soleil?
Em outubro de 2006 para a criação de KOOZA.

Como aconteceu seu primeiro contato com o Cirque du Soleil? Qual foi o contexto?
Através do workshop/ audição de David Shiner para a criação de KOOZA.

Nos conte um pouco sobre sua audição, sua formação ou seu workshop?
A audição foi um workshop de uma semana de duração dirigido por David Shiner com outros 19 palhaços vindos do mundo inteiro. Foi a melhor semana da minha vida de apresentações.

Como foi sua integração a Montreal e ao espetáculo?
Nós trabalhamos de 9 às 5, da 2a à 6a feira, para improvisar e criar idéias e materiais para serem integrados no roteiro e nos números de palhaço. O trabalho era longo, porém estávamos num estado de criatividade e produtividade constantes. Foi algo extraordinário.

Como o fato de fazer parte de um espetáculo do Cirque du Soleil lhe permite se exprimir em sua disciplina?
Em cada show, eu posso experimentar novas idéias sobre como interagir com o público. Eu aprendo novas maneiras de comunicar uma idéia engraçada ou um conceito excêntrico com o público e também por mim mesmo. Isto não tem preço e é uma oportunidade que poucas pessoas têm, especialmente com o alto nível de qualidade das apresentações do Cirque du Soleil.

Do que é que você mais gosta no fato de fazer parte do Cirque du Soleil?
Eu fico satisfeito de ver que o meu trabalho é sinônimo da qualidade e excelência associadas com o nome do Cirque du Soleil no mundo inteiro.

Como foi a transição de sua antiga carreira a seu papel atual no Cirque du Soleil?
A transição foi um pouco difícil, mas sempre há dificuldades quando você está passando a um nível mais alto. Você deixa seus amigos e sua família, porém, por outro lado, aprende novas maneiras de ver as coisas em experiências que o transformam a ponto que você não tem mais como voltar ao que era antes.

Como é a vida em turnê?
De muitas maneiras, aquilo que eu esperava… Nunca trabalhei tanto em minha vida e no trabalho mais satisfatório e criativo de tudo que já fiz. É muito cansativo, mas vale a pena.