Jean-François Houle

Entrevista

Nos fale um pouco de seu percurso artístico antes de se reunir à equipe do Cirque du Soleil:

Eu era produtor de música e fazia turnês como baixista, maestro e responsável por efeitos sonoros eletrônicos há 20 anos.

Quando você se reuniu ao Cirque du Soleil?

Em 1996, como baixista e maestro para a turnê asiática de Alegría. Em seguida, em 2001, eu participei da criação de Zumanity.

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  • Música
Como aconteceu seu primeiro contato com o Cirque? Qual era o contexto?

Em 1996, o Cirque estava procurando um diretor musical para a turnê asiática de Alegría. Um de meus amigos, que era maestro do show Mystère, me recomendou.

Como foi a sua integração (em Montreal ou a um espetáculo)?

Muito boa. Minha segunda integração, durante a criação de Zumanity, foi muito agradável porque tudo estava para ser criado a partir do nada.

De que maneira fazer parte de um espetáculo do Cirque du Soleil permite que você se exprima em sua disciplina?

Eu adoro tocar música para acompanhar o número de um acrobata, porque tudo pode acontecer…

Do que é que você gosta mais como membro do Cirque du Soleil?

Fazer parte de uma das empresas de espetáculos ao vivo mais prestigiosas e também fazer parte de uma grande família. Eu aprecio as amizades que se formam entre os artistas e a maneira como somos todos motivados pelo mesmo objetivo: oferecer o melhor espetáculo possível!

Como foi a transição de sua carreira anterior a seu papel atual no Cirque?

Como eu tinha o hábito de trabalhar em projetos do mesmo tipo com muitos músicos e técnicos, a integração se fez sem nenhuma dificuldade.

Como é a vida de turnê e em Las Vegas?

Gostei muito da turnê, pois me permitiu descobrir a Ásia e a Europa. Agora que estou estabelecido em Las Vegas, eu gosto daqui também… a cidade é muito dinâmica!

Você gostaria de fazer outros comentários?

Adorei fazer parte da criação de Zumanity. Foi uma experiência única e tenho orgulho do que realizei.