Jeanne Dioman Gbou

Entrevista

Realização artística mais importante antes de começar a trabalhar para o Cirque du Soleil:

Meu grupo de dança ganhou o FITD (Festival Internacional de Teatro para o Desenvolvimento da África).

Nos fale um pouco de seu percurso artístico antes de se reunir à equipe do Cirque du Soleil:

Eu fazia parte do balé nacional da Costa do Marfim, de uma trupe de dança tradicional e de uma trupe de dança contemporânea africana chamada Terzo.

  • Jeanne Dioman Gbou
  • Cote D'Ivoire
  • Dança africana
Quando você se reuniu à equipe do Cirque du Soleil?

Em abril de 1999, me tornei membro da equipe do show Dralion.

Como aconteceu seu primeiro contato com o Cirque? Qual era o contexto?

Representantes do Casting do Cirque vieram à Costa do Marfim em 1998 para ver meu grupo em espetáculo e filmar a apresentação.

Nos fale sobre sua audição, formação ou oficina.

A apresentação filmada pelo Cirque du Soleil foi de certa forma minha audição. Pouco depois, o Cirque du Soleil me telefonou para me perguntar se eu gostaria de trabalhar para eles.

Como foi a sua integração (em Montreal ou a um espetáculo)?

Minha adaptação ao papel foi um pouco difícil, porque o tipo de dança era diferente do estilo muito tradicional ao qual eu estava acostumada.

De que maneira fazer parte de um espetáculo do Cirque du Soleil permite que você se exprima em sua disciplina?

Meu papel em Dralion me permite exteriorizar minha energia interior, graças a muitos movimentos rápidos e grandes expressões faciais.

Do que é que você gosta mais como membro do Cirque du Soleil?

Eu gosto de ter a oportunidade de trabalhar e de viver com pessoas de muitas culturas e disciplinas diferentes. Isto é uma experiência que eu não poderia ter na Costa do Marfim.

Como foi a transição de sua carreira anterior a seu papel atual no Cirque?

Tudo aconteceu muito bem. A única diferença em relação ao que eu fazia antes, é que agora, eu faço a mesma dança todos os dias.

Por que você recomendaria a um artista de se tornar membro do Cirque?

O Cirque oferece a oportunidade de fazer aquilo que você gosta e aprender com muitas pessoas.

Como é a vida numa turnê?

A vida de turnê é maravilhosa e me agrada muito! O único problema é que nem sempre temos tempo de fazer tudo que gostaríamos em nosso tempo livre.