Cirque du Soleil
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O Cirque du Soleil oferece kits para a imprensa de vários espetáculos e informações sobre a empresa.

Cirque du Soleil

Tudo começou em Baie-Saint-Paul, uma pequena cidade próxima a Quebec City, no Canadá. Ali, no início dos anos 80, um grupo de personagens coloridos perambulava pelas ruas, caminhando sobre pernas-de-pau, fazendo malabarismos, dançando, engolindo fogo e tocando músicas. Eles eram os Les Échassiers de Baie-Saint-Paul (os Equilibristas de pernas-de-pau de Baie-Saint-Paul), um grupo teatral fundado por Gilles Ste-Croix. Os habitantes da cidade ficaram impressionados e fascinados com os jovens artistas, incluindo Guy Laliberté, que, mais tarde, fundaria o Cirque du Soleil e ali atuaria como CEO.

 
 
 

Biografia

Dominic Champagne

Escritor e Diretor
Varekai, Zumanity
Diretor e escritor da ideia original do espetáculo
The Beatles LOVE

Nascido no Quebeque em 1963, Dominic Champagne, um artista prolífero e multitalentoso, tem marcado presença na cena cultural do Quebeque desde que terminou a sua formação na Escola Nacional de Teatro do Canadá, em 1987. Com mais de 100 projectos produzidos em teatro e televisão, já foi distinguido com diversos prémios e honras.

Para Dominic o circo significa um regresso às origens. Aos 20 anos, sozinho e sem dinheiro na Grécia, juntou-se ao circo, tornando-se... um rapaz do circo! O que lhe ensinou esta experiência? “O circo é um local onde a fraternidade é uma realidade e onde o choque de culturas é uma excepcional fonte de criatividade. O ambiente multi-étnico existente no Cirque du Soleil é uma inspiração. Alimenta o meu universo criativo.”

Este universo é igualmente alimentado por figuras como Samuel Beckett, Charlie Chaplin, Gandhi e Martin Luther King. "Nasci no ano do discurso “I have a dream” (“Eu tenho um sonho”). Pertenço à geração que viveu o fim de uma era festiva conhecida como os anos 60 e que viveu as dificuldades do dia seguinte à festa. Sou um produto de sonhos e desilusões. Como artista, quero mostrar a beleza existente na miséria, quando alguém tenta escapar à sua própria situação.” Neto de um juiz e de um soldador, Champagne tenta homenagear ambos em cada projecto que concretiza.

Em 1992, Champagne causou fleuma entre o público e os seus pares com o seu espectáculo, Cabaret Neiges Noires, construído em parceria com os seus colegas artistas do Théâtre Il Va Sans Dire. Inspirado pelo famoso discurso de Martin Luther King, a peça era inovadora na mensagem e processos. O guião era cínico, poético, profundo e divertido, ao mesmo tempo que era representado em ambiente festivo, com muita música e canções. A aposta de Dominic Champagne teve sucesso: o seu olhar crítico a uma era foi acertado e conseguiu trazer novos públicos ao teatro. O espectáculo já se apresentou mais de 100 vezes desde a sua estreia.

Em 1998, Champagne trabalhou numa adaptação e direcção para teatro do texto Dom Quixote, de Cervantes, que atraiu um número recorde de espectadores ao Théâtre du Nouveau Monde, em Montreal. Em 2000, voltou a arriscar com a sua encenação de A Odisseia, de Homero. Esta peça voltou a bater recordes de audiência chamando a atenção de Andrew Watson, director criativo de Varekai: "Estou convencido que qualquer espectador, independentemente da língua que fala, é capaz de perceber a viagem de Ulisses. Dominic não necessita de palavras para contar uma história.”

Foi o trabalho de Champagne no teatro e televisão que deu lugar ao convite do Cirque du Soleil para criar e dirigir Varekai, em 2002. O projecto seguinte de Champagne para o Cirque foi o de co-dirigir Zumanity (2003), com René Richard Cyr. A sua última colaboração com o Cirque foi na criação e direcção de LOVE, que estreou em Junho de 2006 no The Mirage Hotel, em Las Vegas.