Cirque du Soleil
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O Cirque du Soleil oferece kits para a imprensa de vários espetáculos e informações sobre a empresa.

Corteo

Corteo, que significa "cortejo" em italiano, é uma procissão alegre, uma parada festiva imaginada por um palhaço. Este espectáculo reúne a paixão do ator com a graça e a força do acrobata, para transportar o público a um mundo teatral de prazer, comédia e espontaneidade situado num espaço misterioso entre o céu e a terra.

O palhaço imagina o seu próprio funeral, numa atmosfera de festa e observado por amáveis anjos. Contrastando o grande e o pequeno, o ridículo e o trágico, a magia da perfeição e o charme da imperfeição, o espetáculo evidencia a força e a fragilidade do palhaço, mas também a sua sabedoria e ternura, para ilustrar o aspecto humano de cada um de nós. A música, ora lírica, ora divertida, transforma Corteo numa festa intemporal onde a ilusão brinca com a realidade.

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Espetáculo em turnê: Chile

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Corteo - Criadores

  • Guy Laliberté

    Fundador e guia criativo

    Guy Laliberté nasceu na Cidade do Quebeque em 1959. Este acordeonista, equilibrista sobre andas e cuspidor de fogo fundou o primeiro circo do Quebeque com reconhecimento internacional com o apoio de um pequeno grupo de cúmplices. Um audacioso visionário, Guy Laliberté reconheceu e cultivou os talentos dos artistas de rua da Fête foraine de Baie-Saint-Paul e criou o Cirque du Soleil em 1984.

    Guy Laliberté foi o primeiro a orquestrar o matrimónio das disciplinas culturais, artísticas e acrobáticas - a marca distintiva do Cirque du Soleil. Desde 1984 que guia a equipa criativa na criação de cada espectáculo, tendo contribuído para elevar as artes circenses ao nível das grandes disciplinas artísticas.

    O Cirque du Soleil tornou-se numa organização internacional quer em termos da sua composição quer no que diz respeito ao alcance das suas actividades e influência. Actualmente, Guy Laliberté lidera uma organização com actividades em cinco continentes.

    Em Outubro de 2007, Guy Laliberté assumiu um segundo compromisso vitalício ao criar a Fundação ONE DROP, que se dedica a combater a pobreza em todo o mundo proporcionando o acesso sustentável a água potável.  Este novo sonho teve origem no reconhecimento da água como a chave para a sobrevivência dos indivíduos e das comunidades em todo o mundo e nos valores considerados fundamentais para o Cirque du Soleil desde o seu começo:  a crença que a vida retribui aquilo que damos, e que mesmo o mais pequeno gesto faz toda a diferença.

    Em Setembro de 2009, Guy Laliberté tornou-se no primeiro explorador espacial privado canadiano.  A sua missão dedica-se a sensibilizar as pessoas para os problemas de água que a humanidade enfrenta. Com o tema Moving Stars and Earth for Water, esta primeira missão social poética no espaço pretendia tocar as pessoas através de uma abordagem artística: um programa especial em formato webcast de 120 minutos com vários espectáculos artísticos a decorrer em 14 cidades de cinco continentes, incluindo a Estação Espacial Internacional.

    Principais prémios e distinções
    Em 2012, Guy Laliberté entrou para a Gaming Hall of Fame da Associação Americana de Jogos de Casino. Em 2011, foi aceite na Ordem do Canadian Business Hall of Fame. Em 2010, Guy recebeu a sua própria estrela no lendário Passeio da Fama em Hollywood. No mesmo ano, o governo do Quebeque prestou homenagem a Guy promovendo-o de Chevalier (uma distinção recebida seis anos antes) a Officier, como membro da Ordre de la Pléiade. A Université Laval (Quebeque) atribuiu um doutoramento honorário a Guy Laliberté em 2008. No ano anterior, Guy recebeu o prémio Entrepreneur of the Year da Ernst & Young para todos os três níveis: Quebeque, Canadá e Internacional. Em 2004, recebeu a Order of Canada, a mais elevada distinção do país, das mãos do Governador-geral do Canadá. No mesmo ano, a revista Time reconheceu-o como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. Em 2003, foi homenageado pelo grupo Condé Nast como parte do Never Follow Program, um tributo a criadores e inovadores. Em 2001, foi nomeado Great Montrealer pela Académie des Grands Montréalais. Em 1997, Guy Laliberté recebeu a Ordre National du Québec, a mais elevada distinção atribuída pelo governo do Quebeque.


    Outros prémios e distinções

    2009
    Prémio Lifetime Achievement, atribuído pela Canadian Marketing Association

    2002
    Aceite no Passeio da Fama canadiano

    1998
    Prémio Visionary, atribuído pelo American Craft Museum (actualmente, o Museum of Arts and Design de Nova Iorque)

    1996
    Prémio Vision nouvelle, recebido na 43ª Gala du Commerce (Quebeque)

    1988
    Personalidade do Ano, Gala Excellence La Presse (Quebeque)

    1988
    Empresário do Ano Year, revista Les Affaires (Quebeque)

     

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  • Daniele Finzi Pasca

    Escritor e diretor

    Para Daniele Finzi Pasca, Corteo representa um círculo completo, um modo de reunir todas as facetas de sua carreira profissional. Quando jovem, crescido na Suíça, tornou-se um ginasta bastante competitivo. Passou a trabalhar no circo e, por fim, estabeleceu-se no teatro, como escritor e diretor de renome.

    Daniele veio de uma família de fotógrafos. "Então, minha mãe tornou-se pintora", conta. "Cresci cercado por vários tipos de imagens e dava vida a elas."

    Talvez, o evento mais importante de sua formação tenha sido uma viagem à Índia, onde trabalhou como voluntário, cuidando de pacientes em estado terminal. Ao voltar para a Suíça, fundou uma companhia chamada Sunil's Clowns que, em 1986, foi rebatizada de Teatro Sunil. O Teatro Sunil ainda permanece na Suíça, mas Daniele também viaja por todo o mundo, com produções próprias e como diretor convidado de outras companhias de circo e teatro.

    Um grande escritor, Daniele não restringe sua criatividade aos palcos. Também publicou a coleção de contos chamada Come acqua allo specchio. (O espetáculo Passo Migratore foi baseado em uma das histórias apresentadas nesta coleção).

    O grande fascínio que Daniele sempre sentiu por palhaços se materializou no famoso Circus Nock, onde se apresentou em um número de palhaço acrobático. Desde então, desenvolveu uma abordagem pessoal sobre a tradição, a qual apresenta em cursos e oficinas em empresas e organizações em todo o mundo, incluindo a Escola Nacional de Circo do Canadá e o Cirque du Soleil. Também dirigiu aclamados espetáculos do Cirque Eloize, como Nomade - La Nuit le Ciel est Plus Grand e Rain - Comme une Pluie dans Tes Yeux.

    Corteo é inspirado na morte e no funeral de um palhaço e se baseia na figura do palhaço, muito antes da existência do circo, quando os palhaços ainda não haviam adquirido o estereótipo que conhecemos e representavam personagens muito mais complexos. Daniele conta que o espetáculo "localiza-se em um nível desconhecido, entre o céu e a terra, onde deuses e humanos interagem por meio do circo".

    O ambiente do espetáculo teve inspiração em diversas fontes arquitetônicas, especialmente na catedral Chartres e em seu labirinto, que, para Daniele Finzi Pasca, simboliza a jornada da vida. "O labirinto representa uma grande viagem: Para se encontrar, você deve, antes, perder-se", explica.

    Daniele Finzi Pasca nasceu em Lugano, Suíça, em 1964.

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  • Line Tremblay

    Director of Creation

    Line Tremblay first fell in love with Cirque du Soleil in 1984, drawn by its freewheeling spirit, a spirit she says has never gone away. “For me, circus is the most complete art form. It addresses the audience on the visual, the emotional and the physical level all at the same time. I always knew I was destined for a life in this milieu.”

    Before joining Cirque du Soleil, Line developed a passion for working in the world of film and television, notably as an Assistant Director at Radio-Canada, where she worked closely with designers and creators. In 1992, she joined Franco Dragone, assisting him in the creation and direction of the Cirque du Soleil shows Mystère, Alegría, Quidam, “O” and La Nouba. Her talents were also put to work as Artistic Director of Quidam. Her rich association with Franco helped her to master the mechanics of stage direction and show creation.

    A newcomer to the equestrian field, Line worked with Gilles Ste-Croix assisting in the creation of the 2000 show Cheval Théâtre. She left Cirque du Soleil to work with Franco Dragone on the creation of the Celine Dion show A New Day, and returned to Cirque in 2003 to work on Corteo as the first woman in Cirque’s history to occupy the position of Director of Creation. In 2008, she took on the position of Director of Creation once again with ZED, working with director François Girard for the first time.

    “With Zarkana, we wanted to create a decidedly acrobatic show in which circus arts would take center stage,” says Line Tremblay. “The choice of disciplines, the staging, the set design, projections and choreography all contribute to a major transformation of one of the biggest performance spaces in the world."

    Line Tremblay was born in Hull, Quebec.

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  • Jean Rabasse

    Designer de cenografia

    Jean Rabasse has worked extensively in cinema, theatre and dance as a set designer and decorator. He has designed the sets for Philippe Decouflé's dance company DCA for more than a decade.

    Jean was nominated for an Academy Award and won the César for his sumptuous, elaborate designs for the 2001 film Vatel. His other film credits include Astérix et Obélix contre César, directed by Claude Zidi, The Dreamers, directed by Bernardo Bertolucci, The City of Lost Children, Delicatessen directed by Caro and Jeunet, Norman Jewison's The Statement and Christophe Barratier’s Faubourg 36, for which he received a César nomination.

    In 2009, he designed the sets for the opera L'Amour de loin, in a staging by Daniele Finzi Pasca, presented by the English National Opera in London.

    A versatile artist, Jean Rabasse reinvents the craft of forms. "I make no distinctions between the disciplines in which I work. In movies I always stress theatrical effects, to give the film soul. In the theatre, I use cinematic elements."

    IRIS is the third Cirque du Soleil show (following Corteo and The Beatles LOVE) for which Jean has designed the sets.

    "Instead of a classic representation of cinema referring to specific films, we wanted to capture the essence of cinema, its original emotion," says Jean Rabasse. “The proscenium of IRIS is a nod to the origins of cinema in Coney Island and the world of Jules Verne, and acts as the gateway to our imaginary world."

    Jean Rabasse was born in Tlemcen, Algeria.

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  • Dominique Lemieux

    Figurinista

    Dominique Lemieux criou o figurino de todas as produções do Cirque du Soleil entre os anos de1989 e 1998. Cada um dos espetáculos —We Reinvent the Circus (1989), Nouvelle Expérience (1990), Saltimbanco (1992), Mystère (1993), Alegría (1994), Quidam (1996), "O" e La Nouba (1998) — leva a sua marca inconfundível.

    Como figurinista, o trabalho de Dominique vai muito além de simplesmente vestir os artistas. Suas criações desempenham um papel fundamental na criação dos fantásticos personagens que compõem o universo do Cirque du Soleil.

    Com o toque de uma especialista, Dominique combina cores, padrões e tecidos para transformá-los em figurinos fabulosos. Sua escolha de materiais, porém, não é meramente orientada por considerações estéticas apenas. Para Dominique, determinar a forma como as fibras reagem à pele, ao movimento, ao fogo ou à água é extremamente importante e ela sempre leva em consideração as necessidades dos artistas.

    A paixão de Dominique por desenho nasceu em idade bem tenra e levou-a a estudar belas artes na Universidade de Concórdia. Após se formar, ela trabalhou como designer de arte e ilustradora de livros infantis. Mais tarde, matriculou-se no programa de cenografia da Escola Nacional de Teatro (NTS) do Canadá, onde os cursos de desenho e figurino de que participou deram uma guinada radical em sua carreira.

    De 1986 a 1988, trabalhou como assistente de François Barbeau, um dos maiores figurinistas de Montreal e também professor na NTS. Durante esse período, suas criações puderam ser vistas nos palcos da cidade. Seu talento logo passou a ser extremamente requisitado por diretores de todos os cantos do mundo dramático em Quebec.

    Para criar o figurino de Corteo, Dominique Lemieux optou por acentuar a beleza natural dos artistas. "A abordagem teatral do espetáculo o distingue de todas as produções anteriores do Cirque du Soleil", explica ela. "Estamos mais próximos do circo tradicional, no qual a humanidade dos artistas é desnudada. Isso se traduz em trajes que lembram as roupas comuns da rua."

    Desde que ingressou no Cirque du Soleil em 1988, Dominique Lemieux jamais deixou de surpreender os espectadores em todo o mundo com suas extraordinárias criações.

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  • Philippe Leduc

    Compositor e diretor musical

    Compositor, arranjador e condutor, Philippe Leduc se descreve como uma pessoa viciada em trabalho, feito mais que confirmado por sua imensa quantidade de obras. Suas composições e arranjos tornaram-se literalmente parte da trilha sonora da vida cotidiana de Quebec desde o início da década de 1980.

    Philippe graduou-se em música pela Université de Montréal e foi responsável pela composição do tema de abertura do jornal televisivo da rede Radio-Canada e a música de tema para vários aclamados programas de TV, como a produção Solstrom do Cirque du Soleil.

    Philippe é procurado para compor jingles de propaganda para uma grande quantidade de clientes nacionais e internacionais. Mas, mesmo trabalhando muito para clientes comerciais, nunca deixou de lado suas composições pessoais.

    Philippe, que compôs a trilha para a série de TV Solstrom, do Cirque du Soleil, descreve suas produções orquestrais para o Corteo como "uma música muito visceral" , mas é enfático ao afirmar que também há várias passagens etéreas e momentos apaixonantes.

    "Comecei pelo lado mais físico", diz. "Há uma relação entre os movimentos do acrobata e a trilha sonora. A música tem um estilo voltado para a ópera, de um modo mais amplo. Minha intenção é expandir o espectro musical no Cirque."

    Philippe considera o Corteo um espetáculo repleto de contrastes e gêneros musicais, de solos de guitarra até a presença da orquestra. "O final é muito belo", adianta, "mas é divertido durante toda a apresentação. A todo momento, há surpresas e risadas. Há influências medievais com instrumentos antigos, com elementos musicais da década de 1930, mas a trilha sonora é bastante atual."

    Pela primeira vez no Cirque du Soleil, a música trará boas pitadas de improviso, com "duelos" entre um incrível violinista e um hábil sanfoneiro, completamente diferente a cada apresentação.

    Philippe Leduc nasceu em Montreal.

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  • Maria Bonzanigo

    Compositora e diretora musical

    Maria Bonzanigo trabalha com o diretor do Corteo Daniele Finzi Pasca desde que ingressou em sua companhia no Teatro Sunil em 1984 (antes mesmo de ser conhecida por este nome). Sua música é parte integrante de vários conhecidos espetáculos do Sunil, incluindo Te Amo e Tres Tristes Tangos.

    Maria também participou de outras produções do Sunil como atriz e dançarina e já atuou como diretora e coreógrafa de suas próprias músicas ou de músicas de outros compositores.

    Maria Bonzanigo estudou composição com Paul Glass e dança com Rosalia Chladek, desenvolvendo-se até atingir uma abordagem pessoal para suas criações autorais para os palcos. Além de seu trabalho para o teatro, também criou composições para aclamados espetáculos de circo do Cirque Eloize, como Rain e Nomade (dirigido por Daniele Finzi Pasca).

    "Trabalhar com Daniele Finzi Pasca por mais de 20 anos nos permitiu desenvolver uma linguagem juntos", conta Maria. "Uma forma de nos comunicarmos intimamente com o público, e a música é uma parte importante desta linguagem."

    Para o Corteo, Maria Bonzanigo divide as funções de compositora com Philippe Leduc. Ela se concentra nas partes da trilha sonora que é executada pelos artistas no palco, enquanto Philippe cria as composições para a trilha sonora orquestrada.

    "Artistas e acrobatas estão participando de um espetáculo que traz mais elementos teatrais do que circenses", explica Maria. "A música reflete esse aspecto teatral do show. O estilo mistura pitadas modernas e medievais, com ritmos africanos, asiáticos e latino-americanos. É inovador e simples ao mesmo tempo."

    Maria Bonzanigo nasceu em 1966, em Lausanne.

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  • Hugo Gargiulo

    Instrutor de interpretação – Teatro Sunil

    Os Instrutores de interpretação Hugo Gargiulo e Antonio Vergamini chegaram ao Corteo pelo Teatro Sunil, teatro e companhia de dança fundados pelo Diretor do espetáculo, Daniele Finzi Pasca, na Suíça em 1983.

    Motivado por um profundo compromisso aos princípios humanitários, Daniele colocou a figura tragicômica do palhaço como centro das produções do Teatro Sunil, como Rituale, Icaro, Aittestás, Visitatio, Te Amo e Tres Tristes Tangos, para expressar as várias facetas das experiências e emoções humanas. Segundo ele, esforça-se para enfatizar a sensibilidade e a importância do "teatro intimista".

    Hugo Gargiulo e Antonio Vergamini desempenharam um importante papel como membros da equipe de criatividade do Sunil como atores e diretores durante vários anos e trabalham com estreita proximidade com todos os artistas do Corteo (incluindo os músicos) para desenvolver suas habilidades interpretativas e apresentá-los ao mundo do palhaço.

    "Nosso desafio é fazer transparecer o lado frágil de cada acrobata", conta Hugo, "e eles estão mais acostumados a enfatizar a força que possuem".

    Trabalhar com uma grande equipe deu aos instrutores a oportunidade de, finalmente, realizarem seus sonhos artísticos de longos anos. Porém, muitos dos artistas com quem estão trabalhando nunca haviam atuado. "O desafio é a falta de experiência dos artistas", admite Antonio. "Mas isso também significa que são mais generosos e prontos para aprender. Acima de tudo, nosso desafio era fazer transbordar o lado frágil dos acrobatas. Nosso desejo é que cada artista faça sua contribuição com algo único."

    Quando foi solicitado a descrever o show, Hugo conta que haverá muitas imagens que evocam sonhos e uma grande parcela de humanidade no palco. "Os artistas não estarão escondidos por trás das maquiagens e fantasias, serão eles mesmos ao se apresentarem ao público", continua. "Queremos que o público veja no rosto dos artistas a criança que foram e o idoso que serão."

    Hugo Gargiulo nasceu no Uruguai, em 1965.

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  • Dolores Heredia

    Analista de dramaturgia – Teatro Sunil

    Os Instrutores de interpretação Hugo Gariulo e Antonio Vergamini chegaram ao Corteo pelo Teatro Sunil, o teatro e companhia de dança fundados pelo diretor do espetáculo, Daniele Finzi Pasca na Suíça em 1983.

    Motivado por um profundo compromisso aos princípios humanitários, Daniele colocou a figura tragicômica do palhaço como centro das produções do Teatro Sunil, como Rituale, Icaro, Aittestás, Visitatio, Te Amo e Tres Tristes Tangos, para expressar as várias facetas das experiências e emoções humanas. Segundo ele, esforça-se para enfatizar a sensibilidade e a importância do "teatro intimista".

    Hugo Gariulo e Antonio Vergamini desempenharam um importante papel como membros da equipe de criatividade do Sunil como atores e diretores durante vários anos e trabalham com estreita proximidade com todos os artistas do Corteo (incluindo os músicos) para desenvolver suas habilidades interpretativas e apresentá-los ao mundo do palhaço.

    "Nosso desafio é fazer transparecer o lado frágil de cada acrobata", conta Hugo, "e eles estão mais acostumados a enfatizar a força que possuem."

    Trabalhar com uma grande equipe deu aos instrutores a oportunidade de, finalmente, realizarem seus sonhos artísticos de longos anos. Porém, muitos dos artistas com quem estão trabalhando nunca haviam atuado. "O desafio é a falta de experiência dos artistas", admite Antonio. "Mas isso também significa que são mais generosos e prontos para aprender. Acima de tudo, nosso desafio era fazer transbordar o lado frágil dos acrobatas. Nosso desejo é que cada artista faça sua contribuição com algo único."

    Quando foi solicitado a descrever o show, Hugo conta que haverá muitas imagens que evocam sonhos e uma grande parcela de humanidade no palco. "Os artistas não estarão escondidos por trás das maquiagens e fantasias, serão eles mesmos ao se apresentarem ao público", continua. "Queremos que o público veja no rosto dos artistas a criança que foram e o idoso que serão."

    Dolores Heredia nasceu no México em 1966.p>
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  • Antonio Vergamini

    Instrutor de atuação – Teatro Sunil

    Os Instrutores de interpretação Hugo Gariulo e Antonio Vergamini chegaram ao Corteo pelo Teatro Sunil, o teatro e companhia de dança fundados pelo diretor do espetáculo, Daniele Finzi Pasca na Suíça em 1983.

    Motivado por um profundo compromisso aos princípios humanitários, Daniele colocou a figura tragicômica do palhaço como centro das produções do Teatro Sunil, como Rituale, Icaro, Aittestás, Visitatio, Te Amo e Tres Tristes Tangos, para expressar as várias facetas das experiências e emoções humanas. Segundo ele, esforça-se para enfatizar a sensibilidade e a importância do "teatro intimista".

    Hugo Gariulo e Antonio Vergamini desempenharam um importante papel como membros da equipe de criatividade do Sunil como atores e diretores durante vários anos e trabalham com estreita proximidade com todos os artistas do Corteo (incluindo os músicos) para desenvolver suas habilidades interpretativas e apresentá-los ao mundo do palhaço.

    "Nosso desafio é fazer transparecer o lado frágil de cada acrobata", conta Hugo, "e eles estão mais acostumados a enfatizar a força que possuem".

    Trabalhar com uma grande equipe deu aos instrutores a oportunidade de, finalmente, realizarem seus sonhos artísticos de longos anos. Porém, muitos dos artistas com quem estão trabalhando nunca haviam atuado. "O desafio é a falta de experiência dos artistas", admite Antonio. "Mas isso também significa que são mais generosos e prontos para aprender. Acima de tudo, nosso desafio era fazer transbordar o lado frágil dos acrobatas. Nosso desejo é que cada artista faça sua contribuição com algo único".

    Quando foi solicitado a descrever o show, Hugo conta que haverá muitas imagens que evocam sonhos e uma grande parcela de humanidade no palco. "Os artistas não estarão escondidos por trás das maquiagens e fantasias, serão eles mesmos ao se apresentarem ao público", continua. "Queremos que o público veja no rosto dos artistas a criança que foram e o idoso que serão".

    Antonio Vergamini nasceu na Itália, em 1967.

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  • Martin Labrecque

    Lighting Designer

    Martin Labrecque’s professional credits include more than 140 theatrical productions, as well as circus shows. Martin contributed to the critical success of several Quebec shows. He has won many Quebec awards for his lighting design in addition to several nominations. Martin Labrecque created the lighting for two critically acclaimed circus shows produced by Cirque Éloize, Rain and Nomade, as well as Cirque du Soleil shows Corteo, KOOZA, Viva ELVIS and Michael Jackson THE IMMORTAL World Tour before KURIOS – Cabinet of curiosities. In 2009, Martin designed the lighting for an eleven-hour show by Canadian author, director and actor Wajdi Mouawad, which was presented in the courtyard of the Palais des Papes in Avignon, France. He also worked on the show Paradis Perdu, directed by Dominic Champagne and presented in Montreal and Belles Soeurs (2011) directed by René Richard Cyr.

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  • Jonathan Deans

    Designer de som

    Jonathan Deans, um dos mais requisitados designers de som no mundo do teatro musical, é o responsável pelo ambiente sonoro de Viva ELVIS. Foi responsável pelos arranjos sonoros de Saltimbanco, Mystère, “O”, La Nouba, ZUMANITY, KÀ, Corteo, The Beatles LOVE, KOOZA, Wintuk, CRISS ANGEL Believe e, mais recentemente, OVO, Jonathan considera o trabalho no Cirque e a abordagem criativa em equipe algo bastante estimulantes.

    Jonathan já era fascinado por eletrônica desde muito jovem. Aos 15, entrou para a companhia Royal Shakespeare Company como ator, onde seu interesse pelo som se misturou ao contexto teatral. Muitos anos mais tarde, depois de uma temporada como engenheiro de som na indústria musical, em especial no Morgan Studios onde trabalhou lado a lado com artistas como Cat Stevens, Paul Simon e Rick Wakeman, voltou aos teatros graças ao Royal Opera House, Covent Garden e, posteriormente, para a mixagem de som do musical A Chorus Line. Com muitos sucessos seguidos, se tornou o engenheiro de mixagem de som para dezenas de produções, incluindo Evita, Cats, Bugsy Malone e The Sound of Music.

    As conquistas de Jonathan como engenheiro de mixagem de som fez com que fosse contratado como designer de som no musical Marilyn. A esse feito, seguiram-se outros trabalhos em apresentações do West End, incluindo Time, Les Misérables, Mutiny, Jean Seberg e, em seguida, na Broadway, Ragtime, Fosse, King David, Damn Yankees, Taboo, Brooklyn, Lestat, Pirate Queen e Young Frankenstein.

    Para Jonathan Deans, os teatros permanentes do Cirque e o picadeiro são duas esferas completamente diferentes, quando o assunto é o design de som. "A demanda técnica é diferente, mas no que diz respeito à textura e à camada da música e do som, é a mesma coisa", conta. "Meu trabalho é criar um ambiente único para cada produção. E, seja qual for o ambiente, do ponto de vista acústico, devo me assegurar de que cada pessoa na plateia tenha a sensação de que está entrando em outro mundo.

    "Não temos o Elvis em nosso espetáculo, mas tudo o que fazemos está relacionado a ele, por isso, é muito importante que o sistema de som tenha o mesmo impacto que o sistema visual, que esteja à altura de Elvis", afirma Jonathan Deans. "O teatro para Viva ELVIS foi construído em grande escala, para se equiparar ao legado do rei. Para desenvolver um sistema de som que estivesse à altura dos desafios, enterramos subwoofers no solo para que pudéssemos utilizar a ressonância de baixa frequência da própria estrutura de concreto, de modo a incluir vibrações sonoras subsônicas que movimentariam literalmente o auditório em resposta às apresentações de música ao vivo, além de criar efeitos sonoros."

    Jonathan Deans nasceu na Inglaterra e reside na região de Nova York.

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  • Danny Zen

    Acrobatic Equipment and Rigging Designer

    Danny Zen first arrived at Cirque du Soleil in 1990 to work as a welder in the company's workshops. That same year he went on the first European tour of Le Cirque Réinventé, then moved on to Nouvelle Expérience on which he worked as a welder, assembler, mechanic and head usher. In 1992 he toured with Saltimbanco as a tent technician.

    Since 1993 Danny has worked in the continuing development of the Creative Studio at Cirque du Soleil. His innovations as head rigger and technical expert are largely responsible for establishing Cirque's demanding standards in training all its riggers, and maintaining the safety of the performers and technicians at all times.

    Danny has worked at the National Circus School in Montreal and has, over the years, contributed to the design of most of the aerial acrobatic equipment used in the Cirque du Soleil shows Alegría, Mystère, Quidam, Dralion, Varekai, "O", La Nouba and. He was also Head Rigger for Quidam in 1996. In 2008, he designed the rigging and equipment for the acrobatics show at the Quebec City 400th anniversary celebrations.

    Zarkana is Danny Zen’s third engagement as Acrobatic Equipment and Rigging Designer for a Cirque du Soleil show, following Corteo and KOOZA.

    “The acrobatic equipment on Zarkana was designed to blend in with the 1930s-inspired décor of the show,” he says. “The action of the show is set in the same period. I'm fascinated by the curves and organic shapes of that era and I've been inspired by the French Art Nouveau master glassmaker and jeweler Lalique and the Spanish architect and engineer Calatrava."

    Danny Zen was born in Saint-Luc, Québec.

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  • Nathalie Gagné

    Maquilhagem

    Desde 1995 Nathalie Gagne já desenhou mais de 250 maquilhagens para os espectáculos Cirque du Soleil (Quidam, ‘O’, La Nouba, Varekai, Zumanity, KÀ, Corteo, para o espectáculo de arena em digressão, DELIRIUM, e, mais recentemente, para ZAIA e CRISS ANGEL Believe ).

    De uma forma incrível, Gagné consegue envolver os artistas na criação da sua “cara” de palco. “Ao contrário dos actores, os acrobatas não estão habituados a estudar a sua face. Um dos meus objectivos é conseguir que o façam, ajudando-os a encontrar por si próprios aquilo que denomino de “linhas de força”, as linhas essenciais para a construção dos seus personagens.”

    Nathalie Gagné é também responsável pela garantia da integridade do desenho de toda a maquilhagem que assinou. Uma vez que são os próprios artistas a aplicar a maquilhagem, foram criados workshops de técnicas de maquilhagem e estes são parte do treino básico de todos os artistas Cirque du Soleil. Em primeiro lugar, Gagné ensina os performers a aplicar a maquilhagem e, depois, entrega-lhes um manual passo-a-passo personalizado que servirá de guia a cada um.

    Antes de se juntar ao Cirque du Soleil, Nathalie Gagné trabalhou em teatro, cinema e televisão. Foi duas vezes nomeada para o Prémio Gémeaux pela melhor maquilhagem, em todas as categorias combinadas, uma honra atribuída pela Academia Canadiana de Cinema e Televisão. Desde adolescente que Nathalie Gagné é uma apaixonada pela maquilhagem e pela influência desta no trabalho final do actor. “A maquilhagem é um reflexo da alma do personagem”, afirma, “e é também a varinha mágica que apaga quaisquer inibições”. Nathalie Gagné estudou produção teatral na Cégep Saint-Hyacinthe, uma escola pública no Quebeque, após o que se tornou uma das primeiras licenciadas na École Christian-Chauveau (Montreal), uma filial da famosa escola de maquilhagem parisiense.

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