Cirque du Soleil
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Material para a imprensa

O Cirque du Soleil oferece kits para a imprensa de vários espetáculos e informações sobre a empresa.

KÀ, the unprecedented epic production by Cirque du Soleil takes adventure to an all new level. Be awed by a dynamic theatrical landscape, as an entire empire appears on KÀ’s colossal stage. Live at MGM Grand, Las Vegas.

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Espectáculo residente em MGM GRAND, Las Vegas, NV

Mais informações
 

- Criadores

  • Guy Laliberté

    Fundador e guia criativo

    Guy Laliberté nasceu na Cidade do Quebeque em 1959. Este acordeonista, equilibrista sobre andas e cuspidor de fogo fundou o primeiro circo do Quebeque com reconhecimento internacional com o apoio de um pequeno grupo de cúmplices. Um audacioso visionário, Guy Laliberté reconheceu e cultivou os talentos dos artistas de rua da Fête foraine de Baie-Saint-Paul e criou o Cirque du Soleil em 1984.

    Guy Laliberté foi o primeiro a orquestrar o matrimónio das disciplinas culturais, artísticas e acrobáticas - a marca distintiva do Cirque du Soleil. Desde 1984 que guia a equipa criativa na criação de cada espectáculo, tendo contribuído para elevar as artes circenses ao nível das grandes disciplinas artísticas.

    O Cirque du Soleil tornou-se numa organização internacional quer em termos da sua composição quer no que diz respeito ao alcance das suas actividades e influência. Actualmente, Guy Laliberté lidera uma organização com actividades em cinco continentes.

    Em Outubro de 2007, Guy Laliberté assumiu um segundo compromisso vitalício ao criar a Fundação ONE DROP, que se dedica a combater a pobreza em todo o mundo proporcionando o acesso sustentável a água potável.  Este novo sonho teve origem no reconhecimento da água como a chave para a sobrevivência dos indivíduos e das comunidades em todo o mundo e nos valores considerados fundamentais para o Cirque du Soleil desde o seu começo:  a crença que a vida retribui aquilo que damos, e que mesmo o mais pequeno gesto faz toda a diferença.

    Em Setembro de 2009, Guy Laliberté tornou-se no primeiro explorador espacial privado canadiano.  A sua missão dedica-se a sensibilizar as pessoas para os problemas de água que a humanidade enfrenta. Com o tema Moving Stars and Earth for Water, esta primeira missão social poética no espaço pretendia tocar as pessoas através de uma abordagem artística: um programa especial em formato webcast de 120 minutos com vários espectáculos artísticos a decorrer em 14 cidades de cinco continentes, incluindo a Estação Espacial Internacional.

    Principais prémios e distinções
    Em 2012, Guy Laliberté entrou para a Gaming Hall of Fame da Associação Americana de Jogos de Casino. Em 2011, foi aceite na Ordem do Canadian Business Hall of Fame. Em 2010, Guy recebeu a sua própria estrela no lendário Passeio da Fama em Hollywood. No mesmo ano, o governo do Quebeque prestou homenagem a Guy promovendo-o de Chevalier (uma distinção recebida seis anos antes) a Officier, como membro da Ordre de la Pléiade. A Université Laval (Quebeque) atribuiu um doutoramento honorário a Guy Laliberté em 2008. No ano anterior, Guy recebeu o prémio Entrepreneur of the Year da Ernst & Young para todos os três níveis: Quebeque, Canadá e Internacional. Em 2004, recebeu a Order of Canada, a mais elevada distinção do país, das mãos do Governador-geral do Canadá. No mesmo ano, a revista Time reconheceu-o como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. Em 2003, foi homenageado pelo grupo Condé Nast como parte do Never Follow Program, um tributo a criadores e inovadores. Em 2001, foi nomeado Great Montrealer pela Académie des Grands Montréalais. Em 1997, Guy Laliberté recebeu a Ordre National du Québec, a mais elevada distinção atribuída pelo governo do Quebeque.


    Outros prémios e distinções

    2009
    Prémio Lifetime Achievement, atribuído pela Canadian Marketing Association

    2002
    Aceite no Passeio da Fama canadiano

    1998
    Prémio Visionary, atribuído pelo American Craft Museum (actualmente, o Museum of Arts and Design de Nova Iorque)

    1996
    Prémio Vision nouvelle, recebido na 43ª Gala du Commerce (Quebeque)

    1988
    Personalidade do Ano, Gala Excellence La Presse (Quebeque)

    1988
    Empresário do Ano Year, revista Les Affaires (Quebeque)

     

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  • Robert Lepage

    Writer and Director

    The multidisciplinary artist Robert Lepage is equally talented as a theatre director, playwright, actor and film director. Lauded by critics the world over, his modern and unusual work transcends all boundaries between disciplines.

    In 1975, Lepage entered the Conservatoire d'art dramatique de Québec and, following a study period in France, he took part in several productions in which he combined the roles of actor, writer and director. In 1985, he created The Dragons' Trilogy, a show that earned him international recognition. He followed this with Vinci (1986), Polygraph (1987), Tectonic Plates (1988), Needles and Opium (1991). With A Midsummer Night’s Dream in 1992, he became the first North American to direct a Shakespeare play at the Royal National Theatre in London.

    From 1989 to 1993 Lepage was Artistic Director of the Théâtre français at the National Arts Centre in Ottawa. In 1994 he founded his own company Ex Machina and directed The Seven Streams of the River Ota (1994), Le Songe d’une nuit d’été (1995) and a solo production, Elsinore (1995).

    Also in 1994, Robert Lepage made his début in the world of cinema. He wrote and directed his first feature film, Le Confessional, which was screened the following year at the Cannes Festival Directors’ Fortnight. He went on to direct Polygraph in 1996, Nô in 1997, Possible Worlds in 2000 (his first feature film written in English), and finally, in 2003, a film adaptation of his play The Far Side of the Moon.

    La Caserne, a multidisciplinary production centre in Quebec City, opened in 1997 under Robert Lepage’s leadership. There, he created and produced Geometry of Miracles (1998), Zulu Time (1999), The Far Side of The Moon (2000), a new version of The Dragons’ Trilogy with a new cast (2003) and The Busker’s Opera (2004). This was followed by The Andersen Project (2005), Lipsynch (2007), The Blue Dragon (2008) and Eonnagata (2009).

    Lepage made a grand entrance in the opera world when he staged the successful double bill of Bluebeard’s Castle and Erwartung (1993). He followed this with La Damnation de Faust presented for the first time in the Saito Kinen Festival Matsumoto, Japan (1999), 1984 in London (2005), The Rake’s Progress in Brussels (2007) and The Nightingale and Other Short Fables in Toronto (2009).

    Robert Lepage created and directed Peter Gabriel’s Secret World Tour (1993) and his Growing Up Tour (2002). As part of the festivities surrounding the 400th anniversary of Quebec City in 2008, he created Le Moulin à imagesTM – the largest architectural projection ever produced – on the walls of the Bunge, a massive grain silo. In 2009 he and his Ex Machina team created Aurora Borealis, a permanent light show for the structure, inspired by the colours of the northern lights.

    Winner of many prestigious awards, in 2009 Lepage received the Governor General’s Performing Arts Award for his outstanding contribution to Canada’s cultural life throughout his career.

    TOTEM is Robert Lepage’s second Cirque du Soleil show following KÀ (2004). "Inspired by the foundation narratives of the first peoples, TOTEM explores the birth and evolution of the world, the relentless curiosity of human beings and their constant desire to excel,” he says. “The word totem suggests that human beings carry in their bodies the full potential of all living species, even the Thunderbird’s desire to fly to the top of the totem.”

    Robert Lepage was born in Quebec City in 1957.

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  • Guy Caron

    Diretor de criação

    Caron was Cirque's first Artistic Director when the company was created in 1984. He is also the founder of Montreal 's National Circus School. After an absence of a few years to pursue other interests, he returned to Cirque in 1998 to direct Dralion (1999) and work as Director of Creation on KÀ (2004).

    Guy Caron is one of the main pioneers of the rebirth of the circus arts. In 1975, when no circus existed in Quebec, Guy Caron left for Hungary and studied for three years at the École de cirque de Budapest. In 1981, he founded the École nationale de cirque de Montréal with Pierre Leclerc. He was its executive director for ten years.

    He regularly seats on the juries of many circus festivals all over the world. From 1987 to 1989, he was the executive director of the Centre national des arts du cirque de Châlons-en-Champagne, in France. Since 1992, he has been a consultant and director for well-known circuses in Switzerland, France and the United States. In 1996, he directed three acts that won the Clown d'Or award at the Festival de Monte Carlo. These acts were performed by members of the Swiss family Knie.

    Guy Caron came to the circus arts through a fortuitous encounter with clowns Rodrigue Tremblay and Sonia Côté, alias Chatouille and Chocolat, in the 1970s. With them, he went to Hungary, and once back in Montreal, he was at the forefront of the public entertainers who were precursors to Cirque du Soleil. He owes his vocation as an actor to his mentor, man of theatre Paul Buissonneau. "He gave me everything: my tools as an actor, my first professional job, and even, quite often, his theatre, the Quat'Sous," he says.

    Circus arts are far from being the only field where Guy Caron has left his mark. He has four times been a member of the creative team for Quebec singer Diane Dufresne's shows. He has also worked on scenarios and as an artistic director or director for many forms of variety shows, especially cabarets, musicals, singing and magic.

    Guy Caron has also taken university courses in performance arts administration. This education has served, among other things, to help him sit for four years on the board of directors of the École nationale de cirque de Montréal and for three years on the board of the Festival mondial du cirque de demain, in Paris.

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  • Mark Fisher

    Criador da peça e do cenário

    British architect Mark Fisher’s interest in building temporary structures and inflatables caught the attention of Roger Waters and led to his first rock ’n’ roll commission for Pink Floyd’s Animals tour in 1977. Mark has since earned an international reputation for his spectacular concert designs. His best-known work includes The Wall and Division Bell for Pink Floyd, Steel Wheels, Bridges to Babylon and Bigger Bang for the Rolling Stones, as well as Popmart for U2. Most recently Mark was Chief Designer for the opening and closing ceremonies of the 2006 Winter Olympics in Turin, the 2008 Beijing Summer Olympics and U2’s 2009-2010 360° tour.  Michael Jackson THE IMMORTAL World Tour will be Mark Fisher’s third collaboration with Cirque du Soleil following KÀ and Viva ELVIS.

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  • Marie-Chantale Vaillancourt

    Costume Designer

    For the past 20 years Marie-Chantale Vaillancourt has designed costumes for a large number of theatre, dance, opera and film productions. Her work, which combines the two diciplines she has specialized in – set design as well as costume design – has been seen around the world.

    Since 1989 she has worked particularly closely with world-renowned writer, actor and director Robert Lepage, creating the costumes for many of his productions, including Les Sept Branches de la Rivière Ota, La Géométrie des Miracles, La Face Cachée de la Lune, Peter Gabriel's Growing Up tour, La Trilogie des Dragons and KÀ, for Cirque du Soleil.

    Through the years Marie-Chantale has won many major Canadian awards for her work, including two Masques de la Conception des Costumes, in 1995 and 2005. She has also received many award nominations – notably from the Genies and the Jutras for her work with Robert Lepage on the feature film Nô.

    "Even if KOOZA isn't specifically a clown show, a number of the characters are played by clowns," notes Marie-Chantale. "I needed to avoid clichés and caricature so I concentrated more on archetypes of universal and unchanging characters. There is a comic-book aesthetic to the designs, but it's filtered through the naïve point of view of the main character, The Innocent.

    My costumes draw on a wide variety of sources of inspiration: everything from graphic novels, the paintings of Gustav Klimt, Baron Münchhausen, the Mad Max movies, time-travel movies to India and Eastern Europe. This visually naïve, exotic and timeless universe evokes the world of toys, lead soldiers and children's books, with a wink toward Alice in Wonderland and the Wizard of Oz."

    Marie-Chantale Vaillancourt was born in Sept-Iles, Quebec in 1967.

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  • René Dupéré

    Composer and Arranger

    René Dupéré played a key role in shaping the artistic universe of Cirque du Soleil during its first ten years. His music for the shows Nouvelle Expérience, We Reinvent the Circus, Saltimbanco, Mystère and Alegría reverberated – and continue to reverberate – well beyond the big top.

    In 1994-95, the albums Alegría and Mystère spent several weeks at the top of the Billboard charts in the world music category. In 1995 and again in 2004 the Festival International de Jazz de Montréal paid homage to the music of René Dupéré and Cirque du Soleil.

    A master of hybrid musical styles, René composed some of the music for the ceremonies commemorating the return of Hong Kong to China in 1997. The following year he created the music for the world tour of Holiday on Ice, the Amsterdam-based ice ballet troupe. He has also written music for several television series and films.

    René Dupéré’s talents have earned him a number of awards and distinctions. He is a two-time recipient of the Society of Composers, Authors and Music Publishers of Canada (SOCAN) Hagood Hardy award. He is also known for “Ismya Vova,” composed for an Air Canada ad campaign, which won a Golden Award in 1998 at the New York Publicity festival for Best Original Music. Laval University awarded him an honorary doctorate for his contribution to popular music in Quebec.

    In 1998, René formed his own record company, Netza, and released his third album with the label in October 2002. In 2004 he returned to Cirque du Soleil for the first time since the creation of Alegría in 1994, to compose the music and create arrangements for the show KÀ.

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  • Jacques Heim

    Choregrapher

    When choreographer Jacques Heim first heard that Cirque du Soleil was interested in working with him he thought it was a mistake. Although he had admired every Cirque show he had seen, and he had seen almost all of them, he never thought Cirque and his own dance company would be a good fit—until KÀ came along.

    Heim was born in Paris but moved to New York as a young man, and studied as a theatre major at Middlebury College , Vermont . Upon graduation he moved to England, where he studied dance, then came back to the United States where he founded the acclaimed Los Angeles dance company Diavolo.

    For Heim, the link between Diavolo and KÀ lay in the process. "It's the same," he says, pointing out that, just like the cast of KÀ, Diavolo's dancers work with enormous architectural structures and props in constant motion. "I work with acrobats and different types of movers and dancers. We don't do circus but we do deal very much with structures and architectural environments. I'm not used to Cirque, but I am used to this kind of process."

    To create the show's choreography Heim had to blend dance with martial arts, acrobatics, puppets and projections—and he says that took some getting used to. "All those different languages and layers had to be mixed and put together. It wasn't easy, but I knew it was going to be possible because we had Robert Lepage as our director, and with his vision, somehow we would be able to put it together."

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  • Luc Lafortune

    Designer de iluminação

    Como diretor de iluminação para o espetáculo KÀ, Luc Lafortune contribui com sua décima segunda criação para o Cirque du Soleil. Lafortune trabalha com o Cirque du Soleil desde suas origens, em 1984. Naquele ano, ele foi contratado como técnico de iluminação nos bastidores. No ano seguinte, Luc estava no controle da cabine de iluminação da turnê de oito meses realizada pela jovem trupe. Em 1986, ele passou a designer de iluminação. Desde então, suas criações em iluminação tornaram-se conhecidas em todo o mundo.

    No Cirque du Soleil, seu currículo como criador inclui os espetáculos We Reinvent the Circus, Fascination, Nouvelle Expérience, Saltimbanco, Mystère, Alegría, Quidam, "O", La Nouba, Dralion, Varekai e ZUMANITY. Ele foi também co-diretor de fotografia para a gravação em vídeo do espetáculo Quidam.

    Em 2002, ele trabalhou com o diretor Robert Lepage no projeto de iluminação para a turnê mundial do cantor britânico Peter Gabriel intitulada Growing Up. Muitos outros artistas e grupos de sucesso internacional recorrem aos seus talentos. Suas realizações desde 1996 incluem trabalhos com os grupos No Doubt, The Eagles, Gipsy Kings e o circo suíço Salto Natale.

    Luc Lafortune estudou produção dramática na Universidade de Concórdia em Montreal . A princípio, seu interesse original era cenografia. "Certo dia, durante um ensaio, descobri a capacidade que a luz tem de redefinir espaços, de contribuir grandemente para a imagem e o espírito do espetáculo", diz ele. A experiência inspirou uma paixão que ainda hoje permeia seu trabalho.

    A excelência de seu trabalho lhe conferiu muitos prêmios. Em 1992, seu projeto de iluminação para o espetáculo Saltimbanco garantiu-lhe um Drama-Logue Theater Award, concedido por críticos de uma revista de teatro da Califórnia com o mesmo nome. Em 1994, ele foi eleito designer do ano pela revista Lighting Dimensions International (LDI). Em 1997, o espetáculo da Martin Professionals The Atomic Lounge, do qual Luc Lafortune foi diretor artístico, conquistou o LDI por melhor espetáculo de luzes. Em 1998, conquistou o Entertainment Design Award por seu projeto de iluminação para o espetáculo "O".

    Luc Lafortune é freqüentemente convidado como orador para compartilhar seu conhecimento e idéias tanto com estudantes quanto com profissionais.

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  • Jonathan Deans

    Designer de som

    Jonathan Deans, um dos mais requisitados designers de som no mundo do teatro musical, é o responsável pelo ambiente sonoro de Viva ELVIS. Foi responsável pelos arranjos sonoros de Saltimbanco, Mystère, “O”, La Nouba, ZUMANITY, KÀ, Corteo, The Beatles LOVE, KOOZA, Wintuk, CRISS ANGEL Believe e, mais recentemente, OVO, Jonathan considera o trabalho no Cirque e a abordagem criativa em equipe algo bastante estimulantes.

    Jonathan já era fascinado por eletrônica desde muito jovem. Aos 15, entrou para a companhia Royal Shakespeare Company como ator, onde seu interesse pelo som se misturou ao contexto teatral. Muitos anos mais tarde, depois de uma temporada como engenheiro de som na indústria musical, em especial no Morgan Studios onde trabalhou lado a lado com artistas como Cat Stevens, Paul Simon e Rick Wakeman, voltou aos teatros graças ao Royal Opera House, Covent Garden e, posteriormente, para a mixagem de som do musical A Chorus Line. Com muitos sucessos seguidos, se tornou o engenheiro de mixagem de som para dezenas de produções, incluindo Evita, Cats, Bugsy Malone e The Sound of Music.

    As conquistas de Jonathan como engenheiro de mixagem de som fez com que fosse contratado como designer de som no musical Marilyn. A esse feito, seguiram-se outros trabalhos em apresentações do West End, incluindo Time, Les Misérables, Mutiny, Jean Seberg e, em seguida, na Broadway, Ragtime, Fosse, King David, Damn Yankees, Taboo, Brooklyn, Lestat, Pirate Queen e Young Frankenstein.

    Para Jonathan Deans, os teatros permanentes do Cirque e o picadeiro são duas esferas completamente diferentes, quando o assunto é o design de som. "A demanda técnica é diferente, mas no que diz respeito à textura e à camada da música e do som, é a mesma coisa", conta. "Meu trabalho é criar um ambiente único para cada produção. E, seja qual for o ambiente, do ponto de vista acústico, devo me assegurar de que cada pessoa na plateia tenha a sensação de que está entrando em outro mundo.

    "Não temos o Elvis em nosso espetáculo, mas tudo o que fazemos está relacionado a ele, por isso, é muito importante que o sistema de som tenha o mesmo impacto que o sistema visual, que esteja à altura de Elvis", afirma Jonathan Deans. "O teatro para Viva ELVIS foi construído em grande escala, para se equiparar ao legado do rei. Para desenvolver um sistema de som que estivesse à altura dos desafios, enterramos subwoofers no solo para que pudéssemos utilizar a ressonância de baixa frequência da própria estrutura de concreto, de modo a incluir vibrações sonoras subsônicas que movimentariam literalmente o auditório em resposta às apresentações de música ao vivo, além de criar efeitos sonoros."

    Jonathan Deans nasceu na Inglaterra e reside na região de Nova York.

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  • Holger Förterer

    Interactive Projections Designer

    To call one of Holger Förterer creations a “projection” doesn’t come close to describing the magic he conjures with light.

    In Förterer’s world, KÀ dancers and acrobats do not simply perform on a stage that’s illuminated by a light show, they actually direct what happens to the projection through their movements—the scenery reacts to everything they do. The result is a smooth succession of hypnotic, realistic illusions that play out in real time as the performers interact with the unseen technology that makes it all happen.

    So how does it all happen? First, the performers are captured by an infrared-sensitive camera above the stage and their movements are tracked by a computer with software written by Förterer and three programmers. The second component is a system that in effect turns the stage into an oversized touch-screen that can determine the precise position of each actor, dancer and acrobat.

    Without the performers to provide this input, nothing would happen. The information gathered from them influences the mathematical parameters of any number of worlds that are then reprojected onto the stage they occupy. “In essence, what we have is an intelligent set,” says Förterer. “And everything the audience sees is created by the computer.”

    But as advanced as all this technology is, Holger Förterer does not see himself exclusively or primarily as a technician. “I am midway between art and technology,” he says. “All of my efforts seek to use technology to the point where it becomes art. At the same time, I struggle against technology taking me to the point where it takes over, at the expense of art. Ideas are the most important thing in our work. Man understands ideas, machines don't. However, if art cannot bring machines to feel emotions, who or what can? I am going to try.”

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  • Michael Curry

    Criador de marionetes

    Puppet Designer Michael Curry works widely in both conceptual and technical development with the foremost entertainment companies such as the Metropolitan Opera, London's Royal National Theatre, Disney Theatrical Productions, LA Opera, and Universal Pictures. Michael has been the recipient of many prestigious awards from his peers, including several awards for his puppet and costume work on Broadway, Olympic ceremonies as well as his continuing innovations in the fields of visual effects and puppetry design. He has collaborated with Julie Taymor on many stage and opera productions. Among his numerous awards, he received the 1998 Drama Desk Award for Outstanding Puppet Design in recognition of his work for Taymor on The Lion King. Michael’s other credits include an opera directed by Robert Lepage at the Paris Opera, an opera at La Scala, Milan, directed by William Friedkin, and the Broadway production of Spider Man with music by Bono and Edge, directed by Julie Taymor. After KÀ, The Beatles LOVE, Wintuk and CRISS ANGEL Believe, Michael Curry collaborates with Cirque du Soleil for the fifth time with Michael Jackson THE IMMORTAL World Tour.

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  • Patricia Ruel

    Props Designer

    Patricia Ruel has contributed to the success of a myriad of plays, television shows and special events, both in Quebec and abroad. Her track record includes over 50 productions as Props Designer and a dozen as Set Designer. Patricia has received two Théâtre Denise-Pelletier awards for her sets for Révizor, directed by Reynald Robinson, in 2003, and Edmond Dantès, directed by Robert Bellefeuille, in 2004. In 2011, she received a Gémeau award in the “Best Set Design: all variety categories, magazines, public affairs, sports” category for the end-of-year special Bye Bye 2010, aired on SRC. She has worked with various theatre directors, including Robert Lepage, Dominic Champagne and Fernand Rainville. She has also worked on several projects for Cirque du Soleil, including KÀ, The Beatles LOVE and Viva ELVIS as Props Designer and Wintuk and Banana Shpeel as Set Designer.

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  • Jaque Paquin

    Desenho de Rigging

    Em Varekai, Jaque Paquin teve responsabilidade dupla: a concepção de todo o equipamento acrobático utilizado no espectáculo e a adequação e instalação de todos os mecanismos de elevação nos equipamentos cenográficos (som, luz, cenários e equipamento acrobático).

    Jaque Paquin trabalha para o Cirque du Soleil desde 1990. Inicialmente contratado como Chefe da Oficina de Construção, depressa foi responsabilizado pela concepção dos ambiente aéreos de Saltimbanco, “O”, Dralion, Zumanity e KÀ. Também participou na adaptação do espectáculo de digressão Nouvelle Expérience para apresentações no Mirage, em Las Vegas. Entre1991 e 1996, foi Director Técnico e Produtor da digressão norte-americana de Saltimbanco e Director Técnico das digressões deste pela Europa e Japão. Em 1995 e 1996, foi director de operações no Festival Internacional de Jazz de Montreal e no FrancoFolies de Montréal.

    Jaque Paquin iniciou a sua carreira artística como técnico de luz, aos 14 anos de idade. Um ano depois abriu uma discoteca. Foi fazendo biscates como técnico de palco num teatro, pintor de cenários cinematográficos, trabalhou na televisão e, finalmente, como carpinteiro, líder de equipa e chefe de projecto num workshop de construção de cenários para teatro e espectáculos de variedade. Estudou História de Arte, com especialização em cinema, e electrónica. “Trabalhei em quase todas as áreas em que aqueles que constroem e operam os meus equipamentos trabalham. Deste modo, posso fazer o esforço de facilitar o trabalho dos técnicos e artistas.”, explica.

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  • André Simard

    Aerial Acrobatics Designer and Head Coach– Creation

    André Simard tem trabalhado com o Cirque du Soleil desde 1987, ano em que criou um número de trapézio para o espectáculo I, originando uma verdadeira revolução na arte do movimento aéreo. Desde então, Simard tem assinado a maioria dos números aéreos para os onze espectáculos que o Cirque du Soleil tem em cena por todo o mundo.

    Há mais de 30 anos que André Simard tem tido sucesso no equilíbrio das três áreas que domina: as belas-artes, o desporto e o circo. No início da década de 70 pertencia à equipa nacional de ginástica do Canadá ao mesmo tempo que estudava no Instituto de Artes Gráficas de Montreal. Ainda, ao mesmo tempo que se preparava para participar nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, tinha a responsabilidade de preparer palhaços e outros entertainers no Centre Immaculée-Conception, em Montreal, uma filial da Escola Nacional de Circo, em Montreal. Nas suas próprias palavras, afirma “estar em constante busca da fusão das regras da biomecânica , aplicadas ao treino atlético, com o poder evocativo próprio das artes perfomativas”. Esta era a abordagem que utilizava nas suas lições na Escola Nacional de Circo, bem como no Centro Nacional de Arte Circense, em Châlons-sur-Marne, e Na Escola Nacional de Circo de Rosny-sous-Bois, ambas em França.

    Em 1995 fundou o Studio de Création Les Gens d’R, em Montreal, um esforço artístico que lhe deu a possibilidade de desenvolver a expressão emocional nos movimentos aéreos. Em 2001, esta companhia estreou pela primeira vez, com o espectáculo Échos, em Veneza. Este espectáculo contou com o apoio da organização do famoso Festival Bienal de Artes daquela cidade.

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  • Nathalie Gagné

    Maquilhagem

    Desde 1995 Nathalie Gagne já desenhou mais de 250 maquilhagens para os espectáculos Cirque du Soleil (Quidam, ‘O’, La Nouba, Varekai, Zumanity, KÀ, Corteo, para o espectáculo de arena em digressão, DELIRIUM, e, mais recentemente, para ZAIA e CRISS ANGEL Believe ).

    De uma forma incrível, Gagné consegue envolver os artistas na criação da sua “cara” de palco. “Ao contrário dos actores, os acrobatas não estão habituados a estudar a sua face. Um dos meus objectivos é conseguir que o façam, ajudando-os a encontrar por si próprios aquilo que denomino de “linhas de força”, as linhas essenciais para a construção dos seus personagens.”

    Nathalie Gagné é também responsável pela garantia da integridade do desenho de toda a maquilhagem que assinou. Uma vez que são os próprios artistas a aplicar a maquilhagem, foram criados workshops de técnicas de maquilhagem e estes são parte do treino básico de todos os artistas Cirque du Soleil. Em primeiro lugar, Gagné ensina os performers a aplicar a maquilhagem e, depois, entrega-lhes um manual passo-a-passo personalizado que servirá de guia a cada um.

    Antes de se juntar ao Cirque du Soleil, Nathalie Gagné trabalhou em teatro, cinema e televisão. Foi duas vezes nomeada para o Prémio Gémeaux pela melhor maquilhagem, em todas as categorias combinadas, uma honra atribuída pela Academia Canadiana de Cinema e Televisão. Desde adolescente que Nathalie Gagné é uma apaixonada pela maquilhagem e pela influência desta no trabalho final do actor. “A maquilhagem é um reflexo da alma do personagem”, afirma, “e é também a varinha mágica que apaga quaisquer inibições”. Nathalie Gagné estudou produção teatral na Cégep Saint-Hyacinthe, uma escola pública no Quebeque, após o que se tornou uma das primeiras licenciadas na École Christian-Chauveau (Montreal), uma filial da famosa escola de maquilhagem parisiense.

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