Cirque du Soleil
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O Cirque du Soleil oferece kits para a imprensa de vários espetáculos e informações sobre a empresa.

The Beatles LOVE

Com LOVE, o Cirque du Soleil comemora a herança musical dos Beatles através dos seus temas intemporais e originais. A exuberância dos Beatles é canalizada através da energia urbana e jovem de um conjunto de 60 artistas internacionais. Usando as gravações originais realizadas nos estúdios Abbey Road, Sir George Martin e Giles Martin criaram uma paisagem musical única para LOVE. Com os visuais e sons panorâmicos, os espectadores viverão a música dos Beatles como nunca a viveram antes. Somente no Hotel The Mirage, no Las Vegas.

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Espectáculo residente em The Mirage, Las Vegas, NV

Mais informações
 

The Beatles LOVE - Criadores

  • Guy Laliberté

    Fundador e guia criativo

    Guy Laliberté nasceu na Cidade do Quebeque em 1959. Este acordeonista, equilibrista sobre andas e cuspidor de fogo fundou o primeiro circo do Quebeque com reconhecimento internacional com o apoio de um pequeno grupo de cúmplices. Um audacioso visionário, Guy Laliberté reconheceu e cultivou os talentos dos artistas de rua da Fête foraine de Baie-Saint-Paul e criou o Cirque du Soleil em 1984.

    Guy Laliberté foi o primeiro a orquestrar o matrimónio das disciplinas culturais, artísticas e acrobáticas - a marca distintiva do Cirque du Soleil. Desde 1984 que guia a equipa criativa na criação de cada espectáculo, tendo contribuído para elevar as artes circenses ao nível das grandes disciplinas artísticas.

    O Cirque du Soleil tornou-se numa organização internacional quer em termos da sua composição quer no que diz respeito ao alcance das suas actividades e influência. Actualmente, Guy Laliberté lidera uma organização com actividades em cinco continentes.

    Em Outubro de 2007, Guy Laliberté assumiu um segundo compromisso vitalício ao criar a Fundação ONE DROP, que se dedica a combater a pobreza em todo o mundo proporcionando o acesso sustentável a água potável.  Este novo sonho teve origem no reconhecimento da água como a chave para a sobrevivência dos indivíduos e das comunidades em todo o mundo e nos valores considerados fundamentais para o Cirque du Soleil desde o seu começo:  a crença que a vida retribui aquilo que damos, e que mesmo o mais pequeno gesto faz toda a diferença.

    Em Setembro de 2009, Guy Laliberté tornou-se no primeiro explorador espacial privado canadiano.  A sua missão dedica-se a sensibilizar as pessoas para os problemas de água que a humanidade enfrenta. Com o tema Moving Stars and Earth for Water, esta primeira missão social poética no espaço pretendia tocar as pessoas através de uma abordagem artística: um programa especial em formato webcast de 120 minutos com vários espectáculos artísticos a decorrer em 14 cidades de cinco continentes, incluindo a Estação Espacial Internacional.

    Principais prémios e distinções
    Em 2012, Guy Laliberté entrou para a Gaming Hall of Fame da Associação Americana de Jogos de Casino. Em 2011, foi aceite na Ordem do Canadian Business Hall of Fame. Em 2010, Guy recebeu a sua própria estrela no lendário Passeio da Fama em Hollywood. No mesmo ano, o governo do Quebeque prestou homenagem a Guy promovendo-o de Chevalier (uma distinção recebida seis anos antes) a Officier, como membro da Ordre de la Pléiade. A Université Laval (Quebeque) atribuiu um doutoramento honorário a Guy Laliberté em 2008. No ano anterior, Guy recebeu o prémio Entrepreneur of the Year da Ernst & Young para todos os três níveis: Quebeque, Canadá e Internacional. Em 2004, recebeu a Order of Canada, a mais elevada distinção do país, das mãos do Governador-geral do Canadá. No mesmo ano, a revista Time reconheceu-o como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. Em 2003, foi homenageado pelo grupo Condé Nast como parte do Never Follow Program, um tributo a criadores e inovadores. Em 2001, foi nomeado Great Montrealer pela Académie des Grands Montréalais. Em 1997, Guy Laliberté recebeu a Ordre National du Québec, a mais elevada distinção atribuída pelo governo do Quebeque.


    Outros prémios e distinções

    2009
    Prémio Lifetime Achievement, atribuído pela Canadian Marketing Association

    2002
    Aceite no Passeio da Fama canadiano

    1998
    Prémio Visionary, atribuído pelo American Craft Museum (actualmente, o Museum of Arts and Design de Nova Iorque)

    1996
    Prémio Vision nouvelle, recebido na 43ª Gala du Commerce (Quebeque)

    1988
    Personalidade do Ano, Gala Excellence La Presse (Quebeque)

    1988
    Empresário do Ano Year, revista Les Affaires (Quebeque)

     

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  • Sir George Martin

    Musical Director

    Legendary producer of The Beatles, Academy Award-nominated composer and founder of AIR Studios, Sir George Martin has produced a record-breaking 30 Number One singles in the UK. In his career to date he has received two Ivor Novello Awards and five Grammys. In 1962 he signed The Beatles to EMI and went on to produce all of their records until they disbanded in 1970.

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  • Giles Martin

    Musical Director

    Giles Martin is an award-winning record producer and the son of Sir George Martin. They have been working as a team to create a soundtrack for LOVE that is designed to be both familiar, and at the same time brand new, with a sense of intimacy underscoring the drama and grandeur of the Beatles' compositions.

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  • Chantal Tremblay

    Director of Creation

    At the end of the 1980s, while living in New York pursuing a career in dance, Chantal Tremblay decides to join Cirque du Soleil after having seen one the company’s shows. Chantal started out as a dancer on a Cirque project and then became choreographer Debra Brown’s assistant on the creation of Mystère. Before Michael Jackson THE IMMORTAL World Tour Chantal has worked on many Cirque projects including the shows Alegría, La Nouba and Mystère for which she once was the Artistic Director. Later on her solid credentials helped her land the position of Director of Creation on both The Beatles LOVE and OVO.

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  • Jean Rabasse

    Criador da peça e do cenário

    Jean Rabasse has worked extensively in cinema, theatre and dance as a set designer and decorator. He has designed the sets for Philippe Decouflé's dance company DCA for more than a decade.

    Jean was nominated for an Academy Award and won the César for his sumptuous, elaborate designs for the 2001 film Vatel. His other film credits include Astérix et Obélix contre César, directed by Claude Zidi, The Dreamers, directed by Bernardo Bertolucci, The City of Lost Children, Delicatessen directed by Caro and Jeunet, Norman Jewison's The Statement and Christophe Barratier’s Faubourg 36, for which he received a César nomination.

    In 2009, he designed the sets for the opera L'Amour de loin, in a staging by Daniele Finzi Pasca, presented by the English National Opera in London.

    A versatile artist, Jean Rabasse reinvents the craft of forms. "I make no distinctions between the disciplines in which I work. In movies I always stress theatrical effects, to give the film soul. In the theatre, I use cinematic elements."

    IRIS is the third Cirque du Soleil show (following Corteo and The Beatles LOVE) for which Jean has designed the sets.

    "Instead of a classic representation of cinema referring to specific films, we wanted to capture the essence of cinema, its original emotion," says Jean Rabasse. “The proscenium of IRIS is a nod to the origins of cinema in Coney Island and the world of Jules Verne, and acts as the gateway to our imaginary world."

    Jean Rabasse was born in Tlemcen, Algeria.

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  • Philippe Guillotel

    Costume Designer

    Philippe Guillotel began designing and making costumes when he was just eight. As soon as he could, he studied design, cutting and sewing at various schools in Paris. After a decade in the world of fashion he discovered dance, and through it, his true calling: costume allied to movement.

    Since 1985, Philippe has worked for many high profile French movie and theatre directors. He has had a long working relationship with the renowned French choreographer Philippe Decouflé for whom he designed the astonishing costumes seen in the opening and closing ceremonies of the 1992 Winter Olympics in Albertville, France. He also worked with Decouflé on the opening ceremonies of the 50th Cannes film festival in 1997 and Tricodex, a multimedia work for the Ballet de l'Opéra de Lyon, in 2003. Between 2001 and 2005, his designs were featured in four ballets, including La Belle, staged by the Ballets de Monte Carlo.

    Philippe designed the exuberant costumes for the 2002 feature film Astérix & Obélix: Mission Cleopatra, for which he received a César award, and prior to that, the films Doggy Bag and À la Mode. In 2007 he designed the costumes for choreographer Jean-Christophe Maillot’s production of Gounod’s Faust in Wiesbaden. He has been equally active in the world of live shows, designing the costumes for the musical Starmania in 1995 for Canadian composer and director Lewis Furey, and videos for a number of artists such as Julien Clerc and Alain Souchon.

    With his costumes for IRIS, Philippe is working on his second Cirque du Soleil production, following The Beatles LOVE. "Cirque du Soleil has the biggest costume shop in the world,” he says. “Its scope gives designers permission to allow their imaginations a much freer rein than anywhere else."

    "I explored several distinct themes with the IRIS costumes: capturing and transmitting images, sound and light," he says. “I also wanted to reflect the evolution of color in film from black and white to the saturated colors of Dick Tracy, passing through colorization and Technicolor. I would like the costumes in IRIS to trigger what each spectator imagines when someone says the word ‘cinema.’"

    Philippe Guillotel was born in Paris.

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  • Jonathan Deans

    Designer de som

    Jonathan Deans, um dos mais requisitados designers de som no mundo do teatro musical, é o responsável pelo ambiente sonoro de Viva ELVIS. Foi responsável pelos arranjos sonoros de Saltimbanco, Mystère, “O”, La Nouba, ZUMANITY, KÀ, Corteo, The Beatles LOVE, KOOZA, Wintuk, CRISS ANGEL Believe e, mais recentemente, OVO, Jonathan considera o trabalho no Cirque e a abordagem criativa em equipe algo bastante estimulantes.

    Jonathan já era fascinado por eletrônica desde muito jovem. Aos 15, entrou para a companhia Royal Shakespeare Company como ator, onde seu interesse pelo som se misturou ao contexto teatral. Muitos anos mais tarde, depois de uma temporada como engenheiro de som na indústria musical, em especial no Morgan Studios onde trabalhou lado a lado com artistas como Cat Stevens, Paul Simon e Rick Wakeman, voltou aos teatros graças ao Royal Opera House, Covent Garden e, posteriormente, para a mixagem de som do musical A Chorus Line. Com muitos sucessos seguidos, se tornou o engenheiro de mixagem de som para dezenas de produções, incluindo Evita, Cats, Bugsy Malone e The Sound of Music.

    As conquistas de Jonathan como engenheiro de mixagem de som fez com que fosse contratado como designer de som no musical Marilyn. A esse feito, seguiram-se outros trabalhos em apresentações do West End, incluindo Time, Les Misérables, Mutiny, Jean Seberg e, em seguida, na Broadway, Ragtime, Fosse, King David, Damn Yankees, Taboo, Brooklyn, Lestat, Pirate Queen e Young Frankenstein.

    Para Jonathan Deans, os teatros permanentes do Cirque e o picadeiro são duas esferas completamente diferentes, quando o assunto é o design de som. "A demanda técnica é diferente, mas no que diz respeito à textura e à camada da música e do som, é a mesma coisa", conta. "Meu trabalho é criar um ambiente único para cada produção. E, seja qual for o ambiente, do ponto de vista acústico, devo me assegurar de que cada pessoa na plateia tenha a sensação de que está entrando em outro mundo.

    "Não temos o Elvis em nosso espetáculo, mas tudo o que fazemos está relacionado a ele, por isso, é muito importante que o sistema de som tenha o mesmo impacto que o sistema visual, que esteja à altura de Elvis", afirma Jonathan Deans. "O teatro para Viva ELVIS foi construído em grande escala, para se equiparar ao legado do rei. Para desenvolver um sistema de som que estivesse à altura dos desafios, enterramos subwoofers no solo para que pudéssemos utilizar a ressonância de baixa frequência da própria estrutura de concreto, de modo a incluir vibrações sonoras subsônicas que movimentariam literalmente o auditório em resposta às apresentações de música ao vivo, além de criar efeitos sonoros."

    Jonathan Deans nasceu na Inglaterra e reside na região de Nova York.

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  • Yves Aucoin

    Lighting Designer

    Lighting Designer Yves Aucoin has racked up an unparalleled list of credits working with musicians and singers. He has worked with Celine Dion on all her shows since 1989.

    He has also created the lighting for the singers Roch Voisine, Garou and Julio Iglesias, and worked as a lighting consultant for Elton John, Gloria Estefan and Le Rêve.

    In musical theatre, Aucoin has worked his own magic on Grease, Romeo and Juliet, Elvis Story, La Cage aux Folles, and has also worked with the stage magic of Alain Choquette. He has lit the gala shows of the Just For Laughs comedy festival in Montreal and designed André-Philippe Gagnon's lighting for his one-man shows in Las Vegas .

    Aucoin has also worked extensively in television on broadcasts that include Garou – Portrait of a Singer, Cent Ans en Chantant, the ADISQ Awards Gala and the Governor General of Canada's Awards Annual Gala. Along the way, Aucoin has received many awards for his work, including the Félix (the Canadian equivalent of the Grammy). Branching out into other entertainment arenas, Aucoin has lit skaters in Holiday on Ice and the musicians of the Montreal Symphony Orchestra when they played the Molson Centre in 2000.

    LOVE is the first Cirque du Soleil production Aucoin has worked on. "The show is full of challenges," he says. "The biggest is the fact that it's in the round. A 360-degree stage means that one person's front light is another person's back light, and that all has to be worked out to the high, high standards Cirque has established with all its previous shows. But along with the challenges comes the opportunity for me to do my best work."

    Yves Aucoin was born in 1964 in the Magdalen Islands, Quebec.

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  • Francis Laporte

    Desenho de Projecções Vídeo

    Francis Laporte pertence à nova geração de criadores que integram a produção vídeo digital e as tecnologias de projecção em formas tradicionais de espectáculo. Desde que terminou os seus estudos em 1992, Francis Laporte já esteve envolvido em mais de 15 projectos, conciliando o vídeo com as artes performativas, particularmente no teatro. Uma das suas mais importantes colaborações foi o desenho de vídeo para a adaptação a teatro de A Odisseia, de Homero, encenada por Dominic Champagne.

    Francis Laporte sente-se privilegiado por ter participado na criação de Varekai. "No Cirque du Soleil temos a sorte de trabalhar num contexto onde tudo é olhado sem constrangimentos; na verdade, há uma determinação partilhada em ultrapassar constantemente as fronteiras alcançadas”, afirma.

    Em 2003-2004, desenvolveu o conceito visual dos espectáculos de Eros Ramazzotti. De seguida, assinou o cenário e o conceito visual de ‘Symphonie fantastique de Berlioz’, no Disney Concert Hall, em Los Angeles. Mais recentemente, fez parte da equipa criativa de LOVE, o recém estreado espectáculo Cirque du Soleil com música dos The Beatles, em Las Vegas, e, por fim, colaborou com a equipa por detrás de CRISS ANGEL Believe.

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  • Dave St-Pierre

    Choreographer

    Choreographer and self-described enfant terrible Dave St-Pierre has been dubbed an enfant terrible by many dance critics, but he is reluctant to accept the label himself . “ It’s weird ,” he says. “B ecause it was a Fred Astaire movie I saw when I was five years old that began my life long love affair with dance .” saw a Fred Astaire movie on television when he was only five years old, and that was enough to spark a lifelong interest in dance.

    He has accumulated an impressive résumé as a dancer, notably with Brouhaha Danse, staying with the company for more than six years.

    Following that , he danced for many Quebec choreographers including Harold Rhéaume, Daniel Léveillé, Jean-Pierre Perrault, Estelle Clareton, Pierre-Paul Savoie and Alain Francoeur throughout Canada, the United States and Europe. He was featured in many other shows, such as Amour, Acide et Noix and La Pudeur des Icebergs by Daniel Léveillé, as well as the musical Notre-Dame de Paris.

    As a choreographer, St-Pierre is best known for his groundbreaking 2004 creation La Pornographie des Âmes, which he performed five times in Montreal with his dance company before more than 2,000 people (an unprecedented feat in contemporary dance) . A nd during the same season they also performed the work in Munich, Berlin, Salzburg, Wolfsburg and Amsterdam has played all over the world to ra ve reviews. The piece won the 2004 prize for best show in Frankfurt and St-Pierre was named Personality of the Year, 2004-5 by Radio-Canada, the Quebec media outlets Mirror , The Gazette , ICI , La Presse and Le Devoir as well as the German magazine BALLETANZ .

    Dave St-Pierre’s work has been featured in several Montreal stage productions, including works directed by Claude Poissant at Espace Go in 2005. Brigitte Poupart approached him to work on her show Cérémonials and the Théâtre du Nouveau Monde engaged his services as Movement Director for its production of La Tempête, directed by Victor Pilon and Michel Lemieux. He also appeared in two productions for Cinéquanon Film, including the film l’Enfant de la Musique in which he played the lead character, Mozart.

    LOVE marks the third time Dave has worked for Cirque du Soleil. His first sortie was with ZUMANITY , which is playing at New York-New York Hotel & Casino in Las Vegas. In 2004 St- Pierre created the choreography for the Cirque mega-show Soleil de Minuit (Midnight Sun) which closed the Montreal International Jazz Festival in front of a crowd n audience of more than 200,000. On For LOVE Dave St-Pierre worked extremely closely with the dancers. “They are the catalyst for a heteroclite and sin gular form of dance,” he says. “Each brings his or her own energy and style to the show . I give them the power to create , so the dance will be truly in their own image, an image that reflects their oneness , their character and their life. My job is to bring out t he best in each of them, to see them in all their strength and their vulnerability. ”

    is sharing choreography duties with Hansel Cereza.. “I cast almost all the dancers myself,” he says. “My objective is to tap into their youth and energy in a completely contemporary context and idiom, rather than to attempt to recreate the style of the sixties.”

    Dave St-Pierre was born in 1974 in St. Jérôme, Quebec.

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  • Hansel Cereza

    Acrobatic Performance Designer

    The Spanish actor, choreographer and artistic director Hansel Cereza has traveled the world to bring his unique vision to theatre and dance productions large and small.

    He co-founded the renowned theatre company La Fura dels Baus as a performer and creator. He also worked in special events including a show called “Mediterranean” which he created for the opening ceremonies of the 1992 Olympics in his native Barcelona.

    Cereza left La Fura dels Baus in 1995 and has been working independently since 1996 putting on “Macro Shows” on a similar grand scale for major corporate clients.

    Equally at home in the world of dance, with many choreography credits to his name, Cereza created a flamenco performance to launch the film Muerte en Granada, and directed a production of Vicente Amigo’s “Poet” for the Spanish National Ballet.

    On LOVE Cereza is sharing choreography duties with Dave St-Pierre. He says he approached the challenge of creating choreographies for acrobats and other non-dancers by really getting to know the artists, finding out who they were, learning their fears, discovering what they were capable of and working very closely with them to tailor their movements to take advantage of their strength and physicality.

    Hansel Cereza was born in Barcelona in 1957.

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  • Guy St-Amour

    Acrobatic Equipment and Rigging Designer

    Guy St-Amour has been involved in the performing arts for more than 30 years. He began his career in 1975 as a technician and has participated in an impressive number of projects in theatre, cinema, television and circus. In 2002, he was selected to contribute his talents to Queen Elizabeth II’s Golden Jubilee Royal Visit to Canada and in 2005 he worked on the Lieutenant Governor of Saskatchewan’s Centennial Celebration of the Arts.

    Guy is one of the Cirque du Soleil pioneers, working in a number of technical direction capacities between 1984 and 1995. He participated in the creation of rigging systems for aerial numbers, special effects, acrobatic equipment and set design elements. He has been interested in audio since 1984, and created the sound design for Nouvelle Expérience in 1989. He also designed, created and supervised the installation of the big tops for Cirque’s European and North American tours between 1989 and 1995. Viva ELVIS is his third Cirque production as a designer. In the early 2000s, he designed the tent and bleachers for Cheval Théâtre, the equestrian show created by Gilles Ste-Croix.

    In 1987 Guy founded his own consulting company which has worked for scores of clients including Expo ‘98 in Portugal (for which he created a teleport simulator), the Montreal Casino, the National Film Board of Canada, the Just For Laughs comedy festival, Opéra de Montréal’s Carmen Sous les Étoiles and the Montreal International Jazz Festival. At the same time he is intensely involved in training the next generation of technicians in Quebec, teaching at the National Theatre School, the École Nationale de Cirque and the Montreal-based circus arts national network En Piste.

    In 2006 Guy created the motorized equipment and special effects for the show Joe Dassin in Montreal and the acrobatic equipment and rigging for the Cirque du Soleil show LOVE in Las Vegas. He followed that with the set and production design for a concert by the singer Chantal Chamandy, staged in Egypt in 2007. He then worked as a safety consultant on a production of The Ring of the Nibelung directed by Robert Lepage at the Metropolitan Opera.

    "The scale of the theatre and the sheer number of set changes calls for more and bigger acrobatic equipment than any other show we’ve done,” says Guy St-Amour. “Whether it’s the giant guitar, a 14-meter aluminum bridge that supports two acrobats, or the Jungle Gym, a parallel bar structure used in the GI Blues number, everything is like Elvis himself: It’s all larger than life."

    Guy St-Amour was born in Montreal in 1959.

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  • Daniel Cola

    Acrobatic Performance Designer

    Virtuoso acrobat Daniel Cola comes from the world of trampoline, a discipline that was perceived as more of a sport than a circus art at the start of his career. A member of the French national trampoline team from 1978 to 1984, he became World Champion in 1982. His career took him to Sea World in Florida where he tried circus arts for the first time.

    On his return to France he heard that Cirque du Soleil was looking for a trampoline act for the show Mystère – and he was selected. His experience with Cirque allowed him to discover other circus disciplines, including the Teeterboard and the Chinese poles.

    When Daniel Cola joined Cirque du Soleil in 1993 it brought to fruition an early ambition of his to combine his two first loves: acrobatics and performance. “Even at the age of 16 my goal was to create shows based on the trampoline,” he recalls.

    Daniel left Mystère to take a more theatrical and less acrobatic role in Alegría, and toured Europe and Asia with that show for two years. In 1998 he created a trampoline act and became a coach for the Cirque production La Nouba in Florida. He stayed with the show as the Artistic Coordinator until 2004.

    In 2005 Daniel was appointed Acrobatics Performance Designer for The Beatles LOVE, at the Mirage. He followed that in 2007 by coaching the performers for the Super Bowl pre-game show. And later the same year he designed the acrobatic performances for Cirque's seasonal show Wintuk at Madison Square Garden.

    "Larger than life: those are the watchwords that inspired our acrobatic approach to Viva ELVIS," says Daniel Cola. “You could define some of the pieces of acrobatic equipment as part of the set, given their size.”

    Daniel Cola was born in 1962 in Asnières, France.

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  • Dominic Champagne

    Diretor e escritor da ideia original do espetáculo

    Nascido no Quebeque em 1963, Dominic Champagne, um artista prolífero e multitalentoso, tem marcado presença na cena cultural do Quebeque desde que terminou a sua formação na Escola Nacional de Teatro do Canadá, em 1987. Com mais de 100 projectos produzidos em teatro e televisão, já foi distinguido com diversos prémios e honras.

    Para Dominic o circo significa um regresso às origens. Aos 20 anos, sozinho e sem dinheiro na Grécia, juntou-se ao circo, tornando-se... um rapaz do circo! O que lhe ensinou esta experiência? “O circo é um local onde a fraternidade é uma realidade e onde o choque de culturas é uma excepcional fonte de criatividade. O ambiente multi-étnico existente no Cirque du Soleil é uma inspiração. Alimenta o meu universo criativo.”

    Este universo é igualmente alimentado por figuras como Samuel Beckett, Charlie Chaplin, Gandhi e Martin Luther King. "Nasci no ano do discurso “I have a dream” (“Eu tenho um sonho”). Pertenço à geração que viveu o fim de uma era festiva conhecida como os anos 60 e que viveu as dificuldades do dia seguinte à festa. Sou um produto de sonhos e desilusões. Como artista, quero mostrar a beleza existente na miséria, quando alguém tenta escapar à sua própria situação.” Neto de um juiz e de um soldador, Champagne tenta homenagear ambos em cada projecto que concretiza.

    Em 1992, Champagne causou fleuma entre o público e os seus pares com o seu espectáculo, Cabaret Neiges Noires, construído em parceria com os seus colegas artistas do Théâtre Il Va Sans Dire. Inspirado pelo famoso discurso de Martin Luther King, a peça era inovadora na mensagem e processos. O guião era cínico, poético, profundo e divertido, ao mesmo tempo que era representado em ambiente festivo, com muita música e canções. A aposta de Dominic Champagne teve sucesso: o seu olhar crítico a uma era foi acertado e conseguiu trazer novos públicos ao teatro. O espectáculo já se apresentou mais de 100 vezes desde a sua estreia.

    Em 1998, Champagne trabalhou numa adaptação e direcção para teatro do texto Dom Quixote, de Cervantes, que atraiu um número recorde de espectadores ao Théâtre du Nouveau Monde, em Montreal. Em 2000, voltou a arriscar com a sua encenação de A Odisseia, de Homero. Esta peça voltou a bater recordes de audiência chamando a atenção de Andrew Watson, director criativo de Varekai: "Estou convencido que qualquer espectador, independentemente da língua que fala, é capaz de perceber a viagem de Ulisses. Dominic não necessita de palavras para contar uma história.”

    Foi o trabalho de Champagne no teatro e televisão que deu lugar ao convite do Cirque du Soleil para criar e dirigir Varekai, em 2002. O projecto seguinte de Champagne para o Cirque foi o de co-dirigir Zumanity (2003), com René Richard Cyr. A sua última colaboração com o Cirque foi na criação e direcção de LOVE, que estreou em Junho de 2006 no The Mirage Hotel, em Las Vegas.

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  • Gilles Ste-Croix

    Vice-presidente sênior - Conteúdo criativo

    Quando Gilles Ste-Croix revelou a seus pais que pretendia ingressar na indústria so entretenimento, eles disseram: "Tudo menos isso!" Criado numa zona rural do Quebeque, Ste-Croix estava determinado a não permanecer lá. Tornou-se hippie e nômade, vivendo em pequenas comunidades e fazendo a peregrinação obrigatória da década de 1960 à Costa Oeste, onde também freqüentou aulas de teatro.

    Ste-Croix tentou se conformar, até mesmo trabalhando no escritório de um arquiteto por algum tempo, mas sentia em seu coração que não havia nascido para seguir uma carreira convencional em uma empresa. Ao mesmo tempo, sua busca pela vocação não era tresloucada ou incerta. Segundo ele, desde a adolescência, sempre teve forte inclinação para o sucesso e um desejo igualmente forte em entreter. No entanto, seu ingresso na indústria do entretenimento ocorreu de forma extremamente incomum e imprevisível.

    No final da década de 1970, Gilles Ste-Croix morava em uma pequena comunidade de Victoriaville, Quebeque, apanhando maçãs para ganhar a vida. Certo dia, ele pensou que seu trabalho seria muito mais fácil se pudesse prender uma escada nas pernas — e criou seu primeiro conjunto de pernas-de- pau.

    Um amigo, por acaso, mencionou que o Bread and Puppet Theater passava pela cidade vizinha de Vermont, e grande parte de seus números baseava-se em andar sobre pernas-de-pau. Ste-Croix foi conhecer a companhia e descobriu que seus talentos como apanhador de maçãs poderiam, na verdade, ter muito mais serventia no mundo do entretenimento.

    Em 1980, Gilles Ste-Croix e um grupo de artistas de rua fundaram a trupe Échassiers de Baie-Saint-Paul e organizaram um festival de apresentações de rua chamado Fête foraine de Baie-Saint-Paul, que mais tarde levaria à fundação do Cirque du Soleil, com Guy Laliberté, em 1984.

    Em 1984 e 1985, Gilles Ste-Croix criou e atuou em muitos números com pernas-de-pau para o Cirque du Soleil. Em 1988, tornou-se Diretor Artístico do Cirque, além de coordenar o recrutamento de talentos, que se espalhou pelos quatro cantos do planeta. Ele foi Diretor de Criação em todas as produções do Cirque du Soleil de 1990 a 2000: Nouvelle Expérience, Saltimbanco, Alegría, Mystère, Quidam, La Nouba, "O" e Dralion. Em 1992, dirigiu Fascination, o primeiro espetáculo do Cirque du Soleil apresentado em arenas no Japão. Ele dirigiu também o inovador espetáculo de 1997 em forma de cabaré/jantar musical, Pomp Duck and Circumstance, na Alemanha.

    Em 2000, paralelamente às suas funções como consultor do Cirque du Soleil, Gilles Ste-Croix decidiu realizar um de seus maiores sonhos: Motivado por seu ardente interesse em cavalos, ele fundou sua própria companhia para produzir, em 2003, o espetáculo Cheval-Théâtre, apresentando 30 cavalos e um número equivalente de artistas acrobatas sob a lona, excursionando por dez cidades na América do Norte.

    Em dezembro de 2002, Gilles St-Croix retornou ao Cirque du Soleil e, desde então, é vice-presidente de criação e de desenvolvimento de novos projetos. Em julho de 2006, ele foi nomeado vice-presidente sênior do conteúdo criativo da empresa.

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  • Nathalie Gagné

    Maquilhagem

    Desde 1995 Nathalie Gagne já desenhou mais de 250 maquilhagens para os espectáculos Cirque du Soleil (Quidam, ‘O’, La Nouba, Varekai, Zumanity, KÀ, Corteo, para o espectáculo de arena em digressão, DELIRIUM, e, mais recentemente, para ZAIA e CRISS ANGEL Believe ).

    De uma forma incrível, Gagné consegue envolver os artistas na criação da sua “cara” de palco. “Ao contrário dos actores, os acrobatas não estão habituados a estudar a sua face. Um dos meus objectivos é conseguir que o façam, ajudando-os a encontrar por si próprios aquilo que denomino de “linhas de força”, as linhas essenciais para a construção dos seus personagens.”

    Nathalie Gagné é também responsável pela garantia da integridade do desenho de toda a maquilhagem que assinou. Uma vez que são os próprios artistas a aplicar a maquilhagem, foram criados workshops de técnicas de maquilhagem e estes são parte do treino básico de todos os artistas Cirque du Soleil. Em primeiro lugar, Gagné ensina os performers a aplicar a maquilhagem e, depois, entrega-lhes um manual passo-a-passo personalizado que servirá de guia a cada um.

    Antes de se juntar ao Cirque du Soleil, Nathalie Gagné trabalhou em teatro, cinema e televisão. Foi duas vezes nomeada para o Prémio Gémeaux pela melhor maquilhagem, em todas as categorias combinadas, uma honra atribuída pela Academia Canadiana de Cinema e Televisão. Desde adolescente que Nathalie Gagné é uma apaixonada pela maquilhagem e pela influência desta no trabalho final do actor. “A maquilhagem é um reflexo da alma do personagem”, afirma, “e é também a varinha mágica que apaga quaisquer inibições”. Nathalie Gagné estudou produção teatral na Cégep Saint-Hyacinthe, uma escola pública no Quebeque, após o que se tornou uma das primeiras licenciadas na École Christian-Chauveau (Montreal), uma filial da famosa escola de maquilhagem parisiense.

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  • Patricia Ruel

    Props Designer

    Patricia Ruel has contributed to the success of a myriad of plays, television shows and special events, both in Quebec and abroad. Her track record includes over 50 productions as Props Designer and a dozen as Set Designer. Patricia has received two Théâtre Denise-Pelletier awards for her sets for Révizor, directed by Reynald Robinson, in 2003, and Edmond Dantès, directed by Robert Bellefeuille, in 2004. In 2011, she received a Gémeau award in the “Best Set Design: all variety categories, magazines, public affairs, sports” category for the end-of-year special Bye Bye 2010, aired on SRC. She has worked with various theatre directors, including Robert Lepage, Dominic Champagne and Fernand Rainville. She has also worked on several projects for Cirque du Soleil, including KÀ, The Beatles LOVE and Viva ELVIS as Props Designer and Wintuk and Banana Shpeel as Set Designer.

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  • Michael Curry

    Criador de marionetes

    Puppet Designer Michael Curry works widely in both conceptual and technical development with the foremost entertainment companies such as the Metropolitan Opera, London's Royal National Theatre, Disney Theatrical Productions, LA Opera, and Universal Pictures. Michael has been the recipient of many prestigious awards from his peers, including several awards for his puppet and costume work on Broadway, Olympic ceremonies as well as his continuing innovations in the fields of visual effects and puppetry design. He has collaborated with Julie Taymor on many stage and opera productions. Among his numerous awards, he received the 1998 Drama Desk Award for Outstanding Puppet Design in recognition of his work for Taymor on The Lion King. Michael’s other credits include an opera directed by Robert Lepage at the Paris Opera, an opera at La Scala, Milan, directed by William Friedkin, and the Broadway production of Spider Man with music by Bono and Edge, directed by Julie Taymor. After KÀ, The Beatles LOVE, Wintuk and CRISS ANGEL Believe, Michael Curry collaborates with Cirque du Soleil for the fifth time with Michael Jackson THE IMMORTAL World Tour.

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