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O Cirque du Soleil oferece kits para a imprensa de vários espetáculos e informações sobre a empresa.

Varekai

Em uma misteriosa floresta no interior de um vulcão, existe um mundo extraordinário. Um lugar onde tudo é possível, chamado Varekai.

Um jovem solitário cai dos céus e assim começa a história de Varekai. Caindo de pára-quedas no meio de uma floresta misteriosa e mágica, um lugar fabuloso habitado por criaturas de mil metamorfoses, este jovem homem lança-se numa aventura absurda e intrigante. Neste lugar longínquo, onde tudo é possível, inicia-se uma celebração à redescoberta da vida.

A palavra Varekai significa “em qualquer lugar” na língua dos ciganos, os eternos nômades. Esse espetáculo é uma homenagem ao espírito nômade, à alma e à arte da tradição do circo, bem como à paixão infinita de todos os que continuam a sua busca no caminho que leva até o Varekai.

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Espetáculo em turnê: EUA, Canadá

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Varekai - Criadores

  • Guy Laliberté

    Fundador e guia criativo

    Guy Laliberté nasceu na Cidade do Quebeque em 1959. Este acordeonista, equilibrista sobre andas e cuspidor de fogo fundou o primeiro circo do Quebeque com reconhecimento internacional com o apoio de um pequeno grupo de cúmplices. Um audacioso visionário, Guy Laliberté reconheceu e cultivou os talentos dos artistas de rua da Fête foraine de Baie-Saint-Paul e criou o Cirque du Soleil em 1984.

    Guy Laliberté foi o primeiro a orquestrar o matrimónio das disciplinas culturais, artísticas e acrobáticas - a marca distintiva do Cirque du Soleil. Desde 1984 que guia a equipa criativa na criação de cada espectáculo, tendo contribuído para elevar as artes circenses ao nível das grandes disciplinas artísticas.

    O Cirque du Soleil tornou-se numa organização internacional quer em termos da sua composição quer no que diz respeito ao alcance das suas actividades e influência. Actualmente, Guy Laliberté lidera uma organização com actividades em cinco continentes.

    Em Outubro de 2007, Guy Laliberté assumiu um segundo compromisso vitalício ao criar a Fundação ONE DROP, que se dedica a combater a pobreza em todo o mundo proporcionando o acesso sustentável a água potável.  Este novo sonho teve origem no reconhecimento da água como a chave para a sobrevivência dos indivíduos e das comunidades em todo o mundo e nos valores considerados fundamentais para o Cirque du Soleil desde o seu começo:  a crença que a vida retribui aquilo que damos, e que mesmo o mais pequeno gesto faz toda a diferença.

    Em Setembro de 2009, Guy Laliberté tornou-se no primeiro explorador espacial privado canadiano.  A sua missão dedica-se a sensibilizar as pessoas para os problemas de água que a humanidade enfrenta. Com o tema Moving Stars and Earth for Water, esta primeira missão social poética no espaço pretendia tocar as pessoas através de uma abordagem artística: um programa especial em formato webcast de 120 minutos com vários espectáculos artísticos a decorrer em 14 cidades de cinco continentes, incluindo a Estação Espacial Internacional.

    Principais prémios e distinções
    Em 2012, Guy Laliberté entrou para a Gaming Hall of Fame da Associação Americana de Jogos de Casino. Em 2011, foi aceite na Ordem do Canadian Business Hall of Fame. Em 2010, Guy recebeu a sua própria estrela no lendário Passeio da Fama em Hollywood. No mesmo ano, o governo do Quebeque prestou homenagem a Guy promovendo-o de Chevalier (uma distinção recebida seis anos antes) a Officier, como membro da Ordre de la Pléiade. A Université Laval (Quebeque) atribuiu um doutoramento honorário a Guy Laliberté em 2008. No ano anterior, Guy recebeu o prémio Entrepreneur of the Year da Ernst & Young para todos os três níveis: Quebeque, Canadá e Internacional. Em 2004, recebeu a Order of Canada, a mais elevada distinção do país, das mãos do Governador-geral do Canadá. No mesmo ano, a revista Time reconheceu-o como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. Em 2003, foi homenageado pelo grupo Condé Nast como parte do Never Follow Program, um tributo a criadores e inovadores. Em 2001, foi nomeado Great Montrealer pela Académie des Grands Montréalais. Em 1997, Guy Laliberté recebeu a Ordre National du Québec, a mais elevada distinção atribuída pelo governo do Quebeque.


    Outros prémios e distinções

    2009
    Prémio Lifetime Achievement, atribuído pela Canadian Marketing Association

    2002
    Aceite no Passeio da Fama canadiano

    1998
    Prémio Visionary, atribuído pelo American Craft Museum (actualmente, o Museum of Arts and Design de Nova Iorque)

    1996
    Prémio Vision nouvelle, recebido na 43ª Gala du Commerce (Quebeque)

    1988
    Personalidade do Ano, Gala Excellence La Presse (Quebeque)

    1988
    Empresário do Ano Year, revista Les Affaires (Quebeque)

     

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  • Dominic Champagne

    Escritor e Diretor

    Nascido no Quebeque em 1963, Dominic Champagne, um artista prolífero e multitalentoso, tem marcado presença na cena cultural do Quebeque desde que terminou a sua formação na Escola Nacional de Teatro do Canadá, em 1987. Com mais de 100 projectos produzidos em teatro e televisão, já foi distinguido com diversos prémios e honras.

    Para Dominic o circo significa um regresso às origens. Aos 20 anos, sozinho e sem dinheiro na Grécia, juntou-se ao circo, tornando-se... um rapaz do circo! O que lhe ensinou esta experiência? “O circo é um local onde a fraternidade é uma realidade e onde o choque de culturas é uma excepcional fonte de criatividade. O ambiente multi-étnico existente no Cirque du Soleil é uma inspiração. Alimenta o meu universo criativo.”

    Este universo é igualmente alimentado por figuras como Samuel Beckett, Charlie Chaplin, Gandhi e Martin Luther King. "Nasci no ano do discurso “I have a dream” (“Eu tenho um sonho”). Pertenço à geração que viveu o fim de uma era festiva conhecida como os anos 60 e que viveu as dificuldades do dia seguinte à festa. Sou um produto de sonhos e desilusões. Como artista, quero mostrar a beleza existente na miséria, quando alguém tenta escapar à sua própria situação.” Neto de um juiz e de um soldador, Champagne tenta homenagear ambos em cada projecto que concretiza.

    Em 1992, Champagne causou fleuma entre o público e os seus pares com o seu espectáculo, Cabaret Neiges Noires, construído em parceria com os seus colegas artistas do Théâtre Il Va Sans Dire. Inspirado pelo famoso discurso de Martin Luther King, a peça era inovadora na mensagem e processos. O guião era cínico, poético, profundo e divertido, ao mesmo tempo que era representado em ambiente festivo, com muita música e canções. A aposta de Dominic Champagne teve sucesso: o seu olhar crítico a uma era foi acertado e conseguiu trazer novos públicos ao teatro. O espectáculo já se apresentou mais de 100 vezes desde a sua estreia.

    Em 1998, Champagne trabalhou numa adaptação e direcção para teatro do texto Dom Quixote, de Cervantes, que atraiu um número recorde de espectadores ao Théâtre du Nouveau Monde, em Montreal. Em 2000, voltou a arriscar com a sua encenação de A Odisseia, de Homero. Esta peça voltou a bater recordes de audiência chamando a atenção de Andrew Watson, director criativo de Varekai: "Estou convencido que qualquer espectador, independentemente da língua que fala, é capaz de perceber a viagem de Ulisses. Dominic não necessita de palavras para contar uma história.”

    Foi o trabalho de Champagne no teatro e televisão que deu lugar ao convite do Cirque du Soleil para criar e dirigir Varekai, em 2002. O projecto seguinte de Champagne para o Cirque foi o de co-dirigir Zumanity (2003), com René Richard Cyr. A sua última colaboração com o Cirque foi na criação e direcção de LOVE, que estreou em Junho de 2006 no The Mirage Hotel, em Las Vegas.

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  • Andrew Watson

    Direcção Criativa

    Depois de 10 anos a trabalhar como acrobata, Andrew Watson decidiu arriscar trabalhar nos bastidores e tornou-se Director Criativo nos espectáculos Cirque du Soleil, Varekai e Zumanity.

    Em 1984, ano de fundação do Cirque du Soleil, foi contratado como artista pelo Gerry Cottle Circus, em Londres. Tinha 24 anos e não tinha o treino que outros acrobatas tinham. Tal não o fez parar e tornou-se trapezista. Atraído pelo trabalho de combinação de elementos de teatro e elementos de circo, integrou a digressão do circo alemão Roncalli.

    Em 1987, atraído pela criatividade e audácia do Cirque, Andrew Watson juntou-se à equipa de “We Reinvent the Circus”, o espectáculo que na altura estava para protagonizar a primeira grande digressão norte-americana desta companhia de circo do Quebeque. Em 1990 deixou as luzes da ribalta e abraçou as funções der director de recrutamento e de treino artístico, coordenador artístico e director artístico. De 1994 a 1999 esteve maioritariamente envolvido nos espectáculos Saltimbanco, Alegría e Quidam.

    Em 1999, juntou-se à companhia New Millennium Experience, para a qual assinou os actos aéreos e supervisionou o treino dos acrobatas para o espectáculo New Millennium Dome Central, apresentado em Londres, como parte das festividades do ano 2000.

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  • Stéphane Roy

    Cenografia

    A graduate of the National Theatre School of Canada, Stéphane Roy has worked as both a set designer and artistic director on over 100 productions in Montreal and abroad. While mainly active in theatre and dance, he has also worked in film, television, advertising and variety shows.

    Over the years Stéphane’s career has led to close working relationships with a number of directors and arts companies: He created the sets for several plays presented at Espace Go and the Théâtre du Nouveau Monde in Montreal and since 1990 he has designed sets for dance productions by such internationally-acclaimed dance troupes as La La La Human Steps and O Vertigo.

    Given that professional background, plus an architect father, a mother active in theatre and a unique social and artistic approach to performance space, it was perhaps inevitable that Stéphane would gravitate toward Cirque du Soleil, a relationship that began with the creation of Dralion, and continued with Varekai, Zumanity, KOOZA and now, Zarkana.

    Since 2011, Stéphane has been one of three artists in residence appointed by the Montreal Nature Museums group to create organic links between the city’s four natural science museums. He also designed The Warrior Emperor and China’s Terra Cotta Army exhibition at the Montreal Museum of Fine Arts.

    His achievements have earned him many awards and honors, including being named Revelation of the Year, All Categories Combined, by the Association Québécoise des Critiques de Théâtre in 1989. In 1992, the same association honored him with the award for best set design. His talent has also been recognized by the Conseil des Arts de la Communauté Urbaine de Montréal, the Academy of Canadian Cinema and Television and the Académie Québécoise du Théâtre.

    "In the lyrical, fantastic world of Zarkana, the setting, an abandoned decrepit theatre, is a character in its own right,” says Stéphane Roy. “The walls breathe, move and sing. In terms of aesthetics, we are at the beginning of the last century, between 1910 and 1930, midway between Gaudí, Klimt and Art Nouveau. The organic shapes are a nod to the master French glassmaker and jeweler René Lalique."

    Stéphane Roy lives in Montreal.

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  • Eiko Ishioka

    Desenho de Guarda-Roupa

    Como artista visual cuja carreira abarca diferentes campos, Eiko Ishioka criou algumas das mais notáveis obras da actualidade. É uma daquelas raras artistas homenageadas com prémios da Academia, do Festival de Cinema de Cannes, com Grammy e com uma nomeação para os Tony. Em 1999, desenhou o guarda-roupa para o filme The Cell, protagonizado por Jennifer Lopez, ao mesmo tempo que publicou o livro Eiko on Stage (Eiko no Palco). Em 1993, o talento de Eiko Ishioka foi anunciado ao mundo com a atribuição do Óscar para Melhor Guarda-Roupa, o seu, ao filme Bram Stoker's Dracula, realizado por Francis Ford Coppola.

    Na verdade, foi Coppola quem convidou Eiko Ishioka para assistir pela primeira vez a um espectáculo Cirque du Soleil. Varekai marca a sua estreia no mundo das artes circenses. Como explica "Após a publicação do meu livro, quis explorar novos horizontes. Esta proposta chegou no momento certo, seduzindo-me de imediato, até porque enquanto espectadora já me encontrava sob o feitiço Cirque du Soleil." Acrescenta que "com o Cirque du Soleil, descobri um novo universo criativo, que abracei desde o primeiro instante. Juntos, estamos a construir um sonho conjunto.”

    Em 2001, desenhou uniformes desportivos para os Jogos Olímpicos de Inverno de 2002, em Salt Lake City, no Utah. Também dirigiu o teledisco para o tema Cocoon, do álbum Vespertine, de Björk. Em 2008, retornou ao ambiente dos Jogos Olímpicos desenhando o guarda-roupa para a cerimónia de abertura dos JO de Pequim.

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  • Violaine Corradi

    Composição Musical

    Violaine Corradi já fazia parte do Cirque du Soleil pelo trabalho desenvolvido em Dralion. O seu trabalho reflecte a diversidade de influências ao longo da sua vida; é uma fusão de estilos, que combina inspirações recebidas da música folk de todo o mundo.

    Nascida em Itália, Violaine chegou a Montreal com quarto anos de idade. O seu pai era compositor e maestro e a sua mãe era cantora de ópera. Seguindo a tradição familiar, estudou canto, piano, clarinete e flauta.

    Varekai foi um estimulante desafio na carreira de Violaine Corradi. "No Cirque, os criativos são desafiados a atirar-se para o vazio, como os acrobatas. Mas também lhes é oferecido um ambiente colectivo de criatividade: essa é a nossa rede”, afirma. Recentemente, no Outono de 2008, Violaine compôs a banda sonora de ZAIA, o novo espectáculo residente do Cirque du Soleil no The Venetian, em Macau, China.

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  • Michael Montanaro

    Coreografia

    Auto-definindo-se como um artista multidisciplinar, Michael Montanaro utiliza a representação, a música e o vídeo como meios de expressão. Tendo crescido numa zona francesa de uma pequena cidade de Nova Inglaterra, Montanaro cedo descobriu o palco participando em encontros de música folk da comunidade.

    Depois de ter estudado dança no Conservatório de Hartford e de ter colaborado com o Boston Ballet, mudou-se para o Quebeque em busca de aventura e novos desafios. Ao atravessar a fronteira em 1974, Montanaro apenas possuía 7 malas de viagem, um televisor e a esperança de encontrar um lugar na cena de dança de Montreal.

    Depois de ter trabalhado em diversos teatros pelo Canadá, França, Inglaterra, Estados Unidos e Singapura recebeu, em 2001, um convite do Cirque du Soleil para coreografar um novo espectáculo, Varekai. Este convite deveu-se ao facto de Montanaro aliar, com grande mestria, as novas tecnologias com a dança contemporânea. Por tal, as suas coreografias estavam anos-luz à frente do que então se produzia na área. "O circo é uma arte festiva, sem ser trivial. Como um íman, atrai-nos, afastando-nos da rotina diária por momentos, para um universo onde tudo é possível. É muito mais que puro entretenimento”, diz Montanaro.

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  • Bill Shannon

    Coreografia

    Há mais de dez anos que Bill Shannon tem vindo a imprimir um cunho pessoal nos mais prestigiados palcos alternativos dos Estados Unidos, e não só, com as suas inovações na área do movimento. Para além de ser um bailarino e coreógrafo de renome, este nativo de Brooklin expressa-se através do vídeo, da escrita, do desenho e das instalações.

    Bill Shannon é um artista interdisciplinar com um estilo muito próprio, sendo conhecido no mundo da dança como "The CrutchMaster (o mestre das muletas)" pois é o criador de uma técnica única de dança em muletas, a Técnica Shannon, que desenvolveu a partir da sua vasta experiência no manuseamento das mesmas. Na verdade, até Varekai, Shannon era o único praticante desta modalidade. "Nas minhas coreografias tento a fusão da Técnica Shannon com o estilo livre da dança de rua, da prática do skate e com a poesia dos filmes mudos.”, explica.

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  • Jaque Paquin

    Desenho de Rigging

    Em Varekai, Jaque Paquin teve responsabilidade dupla: a concepção de todo o equipamento acrobático utilizado no espectáculo e a adequação e instalação de todos os mecanismos de elevação nos equipamentos cenográficos (som, luz, cenários e equipamento acrobático).

    Jaque Paquin trabalha para o Cirque du Soleil desde 1990. Inicialmente contratado como Chefe da Oficina de Construção, depressa foi responsabilizado pela concepção dos ambiente aéreos de Saltimbanco, “O”, Dralion, Zumanity e KÀ. Também participou na adaptação do espectáculo de digressão Nouvelle Expérience para apresentações no Mirage, em Las Vegas. Entre1991 e 1996, foi Director Técnico e Produtor da digressão norte-americana de Saltimbanco e Director Técnico das digressões deste pela Europa e Japão. Em 1995 e 1996, foi director de operações no Festival Internacional de Jazz de Montreal e no FrancoFolies de Montréal.

    Jaque Paquin iniciou a sua carreira artística como técnico de luz, aos 14 anos de idade. Um ano depois abriu uma discoteca. Foi fazendo biscates como técnico de palco num teatro, pintor de cenários cinematográficos, trabalhou na televisão e, finalmente, como carpinteiro, líder de equipa e chefe de projecto num workshop de construção de cenários para teatro e espectáculos de variedade. Estudou História de Arte, com especialização em cinema, e electrónica. “Trabalhei em quase todas as áreas em que aqueles que constroem e operam os meus equipamentos trabalham. Deste modo, posso fazer o esforço de facilitar o trabalho dos técnicos e artistas.”, explica.

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  • Nol van Genuchten

    Desenho de Luz

    Varekai foi o baptismo de fogo para Nol van Genuchten enquanto desenhador de luz num espectáculo Cirque du Soleil. Primeiramente contratado como técnico de luz para a digressão europeia de Saltimbanco, rapidamente se juntou à equipa como coordenador de luz. Em 1996, tornou-se assistente do desenhador de luz, Luc Lafortune. Nol van Genuchten fez parte da equipa de criativos de "O", La Nouba, Dralion e KÀ.

    Para ele, ter participado em Varekai foi um presente precioso. "Foi uma viagem fascinante em que os criativos da equipa vêm de diferentes áreas como o circo, o teatro, as artes visuais e a música. Mas também foi um desafio para mim pois, de vez em quando, tive de procurar o artistas dentro de mim e desbravar o meu caminho.”

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  • François Bergeron

    Desenho de Som

    François Bergeron has been designing sound for Cirque du Soleil for more than 20 years. His creations (Nouvelle Expérience, Saltimbanco, Quidam, "O", La Nouba, Varekai and ZED) have toured the world, earning him multiple awards, including "Sound Designer of the Year,” for multimedia facilities at the Nike flagship store in New York and Cirque du Soleil’s Quidam. He was part of the creation team that won a THEA Award for “O” in Las Vegas.

    Since moving to Los Angeles in 1993, François has designed the sound for numerous variety shows, plays, musicals, theme parks and museum experiences. He took part in the creation of the Tokyo DisneySea theme park and Templo del Fuego (Universal Studios Port Aventura in Spain), an assignment that eventually led to the creation of his own company, Thinkwell Design & Production. François regularly works on projects throughout the US, Europe, Asia and the Middle East.

    "The soundscape can elicit powerful emotions within a Cirque show,” he says. “It can warn of impending danger, heighten tension or trigger laughter. It is impossible to escape its influence. My challenge as the Sound Designer is to create an atmosphere that conveys the intentions of the director, highlights the music and support the artists."

    “To create the sound environment of IRIS, we used tools and techniques that are poles apart,” he adds. “On the one hand, we designed and installed an advanced sound system. On the other, we took a purely organic approach to create some of the sound effects, using anything we could lay our hands on. It’s a mixture of advanced digital technology and old-school know-how. This is our tribute to the film artisans.”

    François Bergeron was born in Saint-Hyacinthe, Quebec.

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  • Francis Laporte

    Desenho de Projecções Vídeo

    Francis Laporte pertence à nova geração de criadores que integram a produção vídeo digital e as tecnologias de projecção em formas tradicionais de espectáculo. Desde que terminou os seus estudos em 1992, Francis Laporte já esteve envolvido em mais de 15 projectos, conciliando o vídeo com as artes performativas, particularmente no teatro. Uma das suas mais importantes colaborações foi o desenho de vídeo para a adaptação a teatro de A Odisseia, de Homero, encenada por Dominic Champagne.

    Francis Laporte sente-se privilegiado por ter participado na criação de Varekai. "No Cirque du Soleil temos a sorte de trabalhar num contexto onde tudo é olhado sem constrangimentos; na verdade, há uma determinação partilhada em ultrapassar constantemente as fronteiras alcançadas”, afirma.

    Em 2003-2004, desenvolveu o conceito visual dos espectáculos de Eros Ramazzotti. De seguida, assinou o cenário e o conceito visual de ‘Symphonie fantastique de Berlioz’, no Disney Concert Hall, em Los Angeles. Mais recentemente, fez parte da equipa criativa de LOVE, o recém estreado espectáculo Cirque du Soleil com música dos The Beatles, em Las Vegas, e, por fim, colaborou com a equipa por detrás de CRISS ANGEL Believe.

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  • Cahal McCrystal

    Criação do Clown Act

    Desde 1996, Cahal McCrystal tem sido um dos poucos criativos britânicos totalmente dedicados à comédia dos palhaços. Depois de assinar os números de palhaços em Varekai, Cal regressou para criar os números de humor em Zumanity.

    Apesar da crítica ter comparado os seus personagens com os de Mel Brooks, Monty Python e Irmãos Marx, o objectivo de Cahal continuou a ser o de criar palhaços com personalidade própria. "O meu trabalho é desenvolver o palhaço que existe em cada actor e este “palhaço” emerge pelo confronto com as próprias fraquezas. Tal requer uma grande dose de humildade e generosidade da parte dos actores. Mas é extremamente gratificante. Admiramos as pessoas pelos seus sucessos mas é pelas suas fraquezas que as amamos. É por isso que adoramos os palhaços, eles mostram-nos o seu lado tonto e verdadeiramente humano.”

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  • André Simard

    Criador da representação acrobática

    André Simard tem trabalhado com o Cirque du Soleil desde 1987, ano em que criou um número de trapézio para o espectáculo I, originando uma verdadeira revolução na arte do movimento aéreo. Desde então, Simard tem assinado a maioria dos números aéreos para os onze espectáculos que o Cirque du Soleil tem em cena por todo o mundo.

    Há mais de 30 anos que André Simard tem tido sucesso no equilíbrio das três áreas que domina: as belas-artes, o desporto e o circo. No início da década de 70 pertencia à equipa nacional de ginástica do Canadá ao mesmo tempo que estudava no Instituto de Artes Gráficas de Montreal. Ainda, ao mesmo tempo que se preparava para participar nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, tinha a responsabilidade de preparer palhaços e outros entertainers no Centre Immaculée-Conception, em Montreal, uma filial da Escola Nacional de Circo, em Montreal. Nas suas próprias palavras, afirma “estar em constante busca da fusão das regras da biomecânica , aplicadas ao treino atlético, com o poder evocativo próprio das artes perfomativas”. Esta era a abordagem que utilizava nas suas lições na Escola Nacional de Circo, bem como no Centro Nacional de Arte Circense, em Châlons-sur-Marne, e Na Escola Nacional de Circo de Rosny-sous-Bois, ambas em França.

    Em 1995 fundou o Studio de Création Les Gens d’R, em Montreal, um esforço artístico que lhe deu a possibilidade de desenvolver a expressão emocional nos movimentos aéreos. Em 2001, esta companhia estreou pela primeira vez, com o espectáculo Échos, em Veneza. Este espectáculo contou com o apoio da organização do famoso Festival Bienal de Artes daquela cidade.

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  • Nathalie Gagné

    Maquilhagem

    Desde 1995 Nathalie Gagne já desenhou mais de 250 maquilhagens para os espectáculos Cirque du Soleil (Quidam, ‘O’, La Nouba, Varekai, Zumanity, KÀ, Corteo, para o espectáculo de arena em digressão, DELIRIUM, e, mais recentemente, para ZAIA e CRISS ANGEL Believe ).

    De uma forma incrível, Gagné consegue envolver os artistas na criação da sua “cara” de palco. “Ao contrário dos actores, os acrobatas não estão habituados a estudar a sua face. Um dos meus objectivos é conseguir que o façam, ajudando-os a encontrar por si próprios aquilo que denomino de “linhas de força”, as linhas essenciais para a construção dos seus personagens.”

    Nathalie Gagné é também responsável pela garantia da integridade do desenho de toda a maquilhagem que assinou. Uma vez que são os próprios artistas a aplicar a maquilhagem, foram criados workshops de técnicas de maquilhagem e estes são parte do treino básico de todos os artistas Cirque du Soleil. Em primeiro lugar, Gagné ensina os performers a aplicar a maquilhagem e, depois, entrega-lhes um manual passo-a-passo personalizado que servirá de guia a cada um.

    Antes de se juntar ao Cirque du Soleil, Nathalie Gagné trabalhou em teatro, cinema e televisão. Foi duas vezes nomeada para o Prémio Gémeaux pela melhor maquilhagem, em todas as categorias combinadas, uma honra atribuída pela Academia Canadiana de Cinema e Televisão. Desde adolescente que Nathalie Gagné é uma apaixonada pela maquilhagem e pela influência desta no trabalho final do actor. “A maquilhagem é um reflexo da alma do personagem”, afirma, “e é também a varinha mágica que apaga quaisquer inibições”. Nathalie Gagné estudou produção teatral na Cégep Saint-Hyacinthe, uma escola pública no Quebeque, após o que se tornou uma das primeiras licenciadas na École Christian-Chauveau (Montreal), uma filial da famosa escola de maquilhagem parisiense.

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