Cirque du Soleil
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Criadores

 

Criadores

  • Guy Laliberté

    Fundador e guia criativo

    Guy Laliberté nasceu na Cidade do Quebeque em 1959. Este acordeonista, equilibrista sobre andas e cuspidor de fogo fundou o primeiro circo do Quebeque com reconhecimento internacional com o apoio de um pequeno grupo de cúmplices. Um audacioso visionário, Guy Laliberté reconheceu e cultivou os talentos dos artistas de rua da Fête foraine de Baie-Saint-Paul e criou o Cirque du Soleil em 1984.

    Guy Laliberté foi o primeiro a orquestrar o matrimónio das disciplinas culturais, artísticas e acrobáticas - a marca distintiva do Cirque du Soleil. Desde 1984 que guia a equipa criativa na criação de cada espectáculo, tendo contribuído para elevar as artes circenses ao nível das grandes disciplinas artísticas.

    O Cirque du Soleil tornou-se numa organização internacional quer em termos da sua composição quer no que diz respeito ao alcance das suas actividades e influência. Actualmente, Guy Laliberté lidera uma organização com actividades em cinco continentes.

    Em Outubro de 2007, Guy Laliberté assumiu um segundo compromisso vitalício ao criar a Fundação ONE DROP, que se dedica a combater a pobreza em todo o mundo proporcionando o acesso sustentável a água potável.  Este novo sonho teve origem no reconhecimento da água como a chave para a sobrevivência dos indivíduos e das comunidades em todo o mundo e nos valores considerados fundamentais para o Cirque du Soleil desde o seu começo:  a crença que a vida retribui aquilo que damos, e que mesmo o mais pequeno gesto faz toda a diferença.

    Em Setembro de 2009, Guy Laliberté tornou-se no primeiro explorador espacial privado canadiano.  A sua missão dedica-se a sensibilizar as pessoas para os problemas de água que a humanidade enfrenta. Com o tema Moving Stars and Earth for Water, esta primeira missão social poética no espaço pretendia tocar as pessoas através de uma abordagem artística: um programa especial em formato webcast de 120 minutos com vários espectáculos artísticos a decorrer em 14 cidades de cinco continentes, incluindo a Estação Espacial Internacional.

    Principais prémios e distinções
    Em 2012, Guy Laliberté entrou para a Gaming Hall of Fame da Associação Americana de Jogos de Casino. Em 2011, foi aceite na Ordem do Canadian Business Hall of Fame. Em 2010, Guy recebeu a sua própria estrela no lendário Passeio da Fama em Hollywood. No mesmo ano, o governo do Quebeque prestou homenagem a Guy promovendo-o de Chevalier (uma distinção recebida seis anos antes) a Officier, como membro da Ordre de la Pléiade. A Université Laval (Quebeque) atribuiu um doutoramento honorário a Guy Laliberté em 2008. No ano anterior, Guy recebeu o prémio Entrepreneur of the Year da Ernst & Young para todos os três níveis: Quebeque, Canadá e Internacional. Em 2004, recebeu a Order of Canada, a mais elevada distinção do país, das mãos do Governador-geral do Canadá. No mesmo ano, a revista Time reconheceu-o como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo. Em 2003, foi homenageado pelo grupo Condé Nast como parte do Never Follow Program, um tributo a criadores e inovadores. Em 2001, foi nomeado Great Montrealer pela Académie des Grands Montréalais. Em 1997, Guy Laliberté recebeu a Ordre National du Québec, a mais elevada distinção atribuída pelo governo do Quebeque.


    Outros prémios e distinções

    2009
    Prémio Lifetime Achievement, atribuído pela Canadian Marketing Association

    2002
    Aceite no Passeio da Fama canadiano

    1998
    Prémio Visionary, atribuído pelo American Craft Museum (actualmente, o Museum of Arts and Design de Nova Iorque)

    1996
    Prémio Vision nouvelle, recebido na 43ª Gala du Commerce (Quebeque)

    1988
    Personalidade do Ano, Gala Excellence La Presse (Quebeque)

    1988
    Empresário do Ano Year, revista Les Affaires (Quebeque)

     

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  • Franco Dragone

    Diretor

    Impressa em grande parte das criações do Cirque du Soleil está a marca da visão poética e social de Franco Dragone. Entre 1985 e 1998, Dragone dirigiu nada mais nada menos do que dez produções: Cirque du Soleil (1985), La magie continue (1986), We Reinvent the Circus (1987), Nouvelle expérience (1990), Saltimbanco (1992), Mystère (1993) Alegría (1994), Quidam (1996), La Nouba e "O" (1998). Ele dirigiu também o longa Alegría, lançado no final de 1999.

    Franco Dragone foi o principal responsável pela criação da fusão de culturas e disciplinas artísticas que caracterizam essas produções. Antes de iniciar uma longa parceria com o Cirque du Soleil em 1985, ele trabalhou com diversas companhias teatrais na Europa.

    Nascido na Itália, Dragone foi criado em La Louvière, uma comunidade industrial na Bélgica. Em 2000, logo após retornar à sua terra natal, ele fundou a Dragone, uma empresa de criação e produção artística.

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  • Gilles Ste-Croix

    Vice-presidente sênior - Conteúdo criativo

    Quando Gilles Ste-Croix revelou a seus pais que pretendia ingressar na indústria so entretenimento, eles disseram: "Tudo menos isso!" Criado numa zona rural do Quebeque, Ste-Croix estava determinado a não permanecer lá. Tornou-se hippie e nômade, vivendo em pequenas comunidades e fazendo a peregrinação obrigatória da década de 1960 à Costa Oeste, onde também freqüentou aulas de teatro.

    Ste-Croix tentou se conformar, até mesmo trabalhando no escritório de um arquiteto por algum tempo, mas sentia em seu coração que não havia nascido para seguir uma carreira convencional em uma empresa. Ao mesmo tempo, sua busca pela vocação não era tresloucada ou incerta. Segundo ele, desde a adolescência, sempre teve forte inclinação para o sucesso e um desejo igualmente forte em entreter. No entanto, seu ingresso na indústria do entretenimento ocorreu de forma extremamente incomum e imprevisível.

    No final da década de 1970, Gilles Ste-Croix morava em uma pequena comunidade de Victoriaville, Quebeque, apanhando maçãs para ganhar a vida. Certo dia, ele pensou que seu trabalho seria muito mais fácil se pudesse prender uma escada nas pernas — e criou seu primeiro conjunto de pernas-de- pau.

    Um amigo, por acaso, mencionou que o Bread and Puppet Theater passava pela cidade vizinha de Vermont, e grande parte de seus números baseava-se em andar sobre pernas-de-pau. Ste-Croix foi conhecer a companhia e descobriu que seus talentos como apanhador de maçãs poderiam, na verdade, ter muito mais serventia no mundo do entretenimento.

    Em 1980, Gilles Ste-Croix e um grupo de artistas de rua fundaram a trupe Échassiers de Baie-Saint-Paul e organizaram um festival de apresentações de rua chamado Fête foraine de Baie-Saint-Paul, que mais tarde levaria à fundação do Cirque du Soleil, com Guy Laliberté, em 1984.

    Em 1984 e 1985, Gilles Ste-Croix criou e atuou em muitos números com pernas-de-pau para o Cirque du Soleil. Em 1988, tornou-se Diretor Artístico do Cirque, além de coordenar o recrutamento de talentos, que se espalhou pelos quatro cantos do planeta. Ele foi Diretor de Criação em todas as produções do Cirque du Soleil de 1990 a 2000: Nouvelle Expérience, Saltimbanco, Alegría, Mystère, Quidam, La Nouba, "O" e Dralion. Em 1992, dirigiu Fascination, o primeiro espetáculo do Cirque du Soleil apresentado em arenas no Japão. Ele dirigiu também o inovador espetáculo de 1997 em forma de cabaré/jantar musical, Pomp Duck and Circumstance, na Alemanha.

    Em 2000, paralelamente às suas funções como consultor do Cirque du Soleil, Gilles Ste-Croix decidiu realizar um de seus maiores sonhos: Motivado por seu ardente interesse em cavalos, ele fundou sua própria companhia para produzir, em 2003, o espetáculo Cheval-Théâtre, apresentando 30 cavalos e um número equivalente de artistas acrobatas sob a lona, excursionando por dez cidades na América do Norte.

    Em dezembro de 2002, Gilles St-Croix retornou ao Cirque du Soleil e, desde então, é vice-presidente de criação e de desenvolvimento de novos projetos. Em julho de 2006, ele foi nomeado vice-presidente sênior do conteúdo criativo da empresa.

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  • Michel Crête

    Cenógrafo

    De 1990 a 1998, os cenários para todas as produções do Cirque du Soleil nasceram da imaginação de Michel Crête: Ele foi o responsável pela cenografia de Nouvelle Expérience, Fascination, Saltimbanco, Mystère, Alegría, Quidam, "O" e La Nouba. Ele participou também da criação das três salas que abrigam espetáculos do Cirque du Soleil em Las Vegas e em Orlando. Em 1998, Michel Crête recebeu o prêmio Entertainment Design "Production of the Year" pelo espetáculo "O".

    Michel Crête ingressou no Cirque du Soleil em 1986 como figurinista para o espetáculo We Reinvent the Circus. Suas criações neste espetáculo, que também foi gravado para a televisão, conferiram-lhe um Gémeaux e um Gemini (prêmios que reconhecem o trabalho de artesãos da TV no Canadá) por melhor figurino para um show de variedades.

    Após se formar no Programa de Cenografia da Escola Nacional de Teatro do Canadá em 1984, Michel Crête rapidamente tornou-se um dos cenógrafos mais requisitados de Montreal. Entre 1985 e 1991, ele criou figurinos e cenários para cerca de quarenta peças, trabalhando com diretores aclamados e artistas em ascensão nos bastidores dramáticos de Quebec. Por três vezes consecutivas, de 1989 a 1991, o Théâtre du Nouveau Monde de Montreal concedeu a Crête seu Prix Gascon-Roux por melhor cenário criado.

    Em 2001, ele projetou a grande tenda e criou o cenário para Cheval, uma produção da companhia Cheval-Théâtre fundada por Gilles Ste-Croix.

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  • Dominique Lemieux

    Figurinista

    Dominique Lemieux criou o figurino de todas as produções do Cirque du Soleil entre os anos de1989 e 1998. Cada um dos espetáculos —We Reinvent the Circus (1989), Nouvelle Expérience (1990), Saltimbanco (1992), Mystère (1993), Alegría (1994), Quidam (1996), "O" e La Nouba (1998) — leva a sua marca inconfundível.

    Como figurinista, o trabalho de Dominique vai muito além de simplesmente vestir os artistas. Suas criações desempenham um papel fundamental na criação dos fantásticos personagens que compõem o universo do Cirque du Soleil.

    Com o toque de uma especialista, Dominique combina cores, padrões e tecidos para transformá-los em figurinos fabulosos. Sua escolha de materiais, porém, não é meramente orientada por considerações estéticas apenas. Para Dominique, determinar a forma como as fibras reagem à pele, ao movimento, ao fogo ou à água é extremamente importante e ela sempre leva em consideração as necessidades dos artistas.

    A paixão de Dominique por desenho nasceu em idade bem tenra e levou-a a estudar belas artes na Universidade de Concórdia. Após se formar, ela trabalhou como designer de arte e ilustradora de livros infantis. Mais tarde, matriculou-se no programa de cenografia da Escola Nacional de Teatro (NTS) do Canadá, onde os cursos de desenho e figurino de que participou deram uma guinada radical em sua carreira.

    De 1986 a 1988, trabalhou como assistente de François Barbeau, um dos maiores figurinistas de Montreal e também professor na NTS. Durante esse período, suas criações puderam ser vistas nos palcos da cidade. Seu talento logo passou a ser extremamente requisitado por diretores de todos os cantos do mundo dramático em Quebec.

    Para criar o figurino de Corteo, Dominique Lemieux optou por acentuar a beleza natural dos artistas. "A abordagem teatral do espetáculo o distingue de todas as produções anteriores do Cirque du Soleil", explica ela. "Estamos mais próximos do circo tradicional, no qual a humanidade dos artistas é desnudada. Isso se traduz em trajes que lembram as roupas comuns da rua."

    Desde que ingressou no Cirque du Soleil em 1988, Dominique Lemieux jamais deixou de surpreender os espectadores em todo o mundo com suas extraordinárias criações.

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  • Benoit Jutras

    Compositor e diretor musical

    Como diretor musical e compositor, Benoit Jutras criou obras que capturam a atenção de todo espectador ou amante da música. Além de compor a música para os espetáculos do Cirque du Soleil Quidam, "O" e La Nouba, ele escreveu as partituras do filme produzido pela Imax Cirque du Soleil Journey of Man (uma co-produção da Sony Pictures Classics e do Cirque du Soleil) e a versão em longa-metragem de Alegría, dirigido por Franco Dragone. Mesmo depois de criar essas cinco produções, Benoit Jutras continuou sendo uma contribuição valiosa para o Cirque du Soleil.

    Ele iniciou sua carreira na organização em 1987 como diretor musical, trabalhando durante três anos na turnê We Reinvent the Circus, para daí tornar-se diretor musical e co-compositor dos espetáculos da Turnê Européia de 1990. Em parceria com René Dupéré, ele compôs as partituras musicais de Mystère e Fascination. Jutras compôs também algumas das músicas e foi o responsável pela direção musical do espetáculo apresentado pelo Cirque du Soleil no Encontro do G7 em Halifax em 1995.

    Em 1996, Benoit Jutras foi eleito Melhor Compositor Circense no Festival Internacional du Cirque de Monte-Carlo. O prêmio reconheceu seu extraordinário trabalho como compositor e diretor musical no espetáculo co-produzido pelo Cirque du Soleil e o Cirque Knie, apresentado na Suíça.

    Em 2000, ele compôs a música da produção italiana Francesco il musical, baseada na vida e na época de São Francisco de Assis. O espetáculo foi apresentado na cidade de Assis para marcar a chegada do novo milênio.

    Benoit Jutras é mestre em composição pelo Conservatoire de musique de Montréal, que lhe concedeu dois grandes prêmios.

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  • Debra Brown

    Coreógrafa

    Debra Brown is world renowned for her unique choreographies blending acrobatics and dance. She joined Cirque du Soleil in 1987 as a choreographer for We Reinvent the Circus and went on to choreograph the shows Nouvelle Expérience, Saltimbanco, Alegría, Mystère, Quidam, “O”, La Nouba, Corteo, one act in Zumanity, ZED, Zarkana, Michael Jackson THE IMMORTAL World Tour and Amaluna. She has also worked with artists and groups from a wide variety of disciplines including the 1990 Festival Mondial du Cirque de Demain (Paris), the John Corigliano’s opera The Ghosts of Versailles, presented at the Metropolitan Opera in New York and Wagner’s Ring Cycle, put on by the Lyric Opera of Chicago. In 1994, Debra created and produced Apogée, a 50-minute trampoline-based ballet which premiered in Toronto and was also presented in both Los Angeles and San Francisco at “Passport ’96,” an AIDS benefit hosted by Elizabeth Taylor and Magic Johnson. In 1995, she worked with Luciano Pavarotti on the Metropolitan Opera’s production of La Fille du Régiment (The Daughter of the Regiment) in New York. Debra also choreographed Aerosmith’s Jaded video and energetic performance for the American Music Awards in 2001, as well as Madonna’s Drowned world tour. Debra has worked with major musical acts such as Shakira, Wyclef Jean, Céline Dion and Madonna. Her film work includes Catwoman, Van Helsing and Barney’s Great Adventure. She received the Innovative Choreography Award in honour of her exceptional contribution to choreography and dance at the 14th Bob Fosse Awards in Los Angeles in 1997. In 2002, she received an Emmy Award for her choreography of an act created by Cirque du Soleil for the Academy Awards.

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  • Luc Lafortune

    Designer de iluminação

    Como diretor de iluminação para o espetáculo KÀ, Luc Lafortune contribui com sua décima segunda criação para o Cirque du Soleil. Lafortune trabalha com o Cirque du Soleil desde suas origens, em 1984. Naquele ano, ele foi contratado como técnico de iluminação nos bastidores. No ano seguinte, Luc estava no controle da cabine de iluminação da turnê de oito meses realizada pela jovem trupe. Em 1986, ele passou a designer de iluminação. Desde então, suas criações em iluminação tornaram-se conhecidas em todo o mundo.

    No Cirque du Soleil, seu currículo como criador inclui os espetáculos We Reinvent the Circus, Fascination, Nouvelle Expérience, Saltimbanco, Mystère, Alegría, Quidam, "O", La Nouba, Dralion, Varekai e ZUMANITY. Ele foi também co-diretor de fotografia para a gravação em vídeo do espetáculo Quidam.

    Em 2002, ele trabalhou com o diretor Robert Lepage no projeto de iluminação para a turnê mundial do cantor britânico Peter Gabriel intitulada Growing Up. Muitos outros artistas e grupos de sucesso internacional recorrem aos seus talentos. Suas realizações desde 1996 incluem trabalhos com os grupos No Doubt, The Eagles, Gipsy Kings e o circo suíço Salto Natale.

    Luc Lafortune estudou produção dramática na Universidade de Concórdia em Montreal . A princípio, seu interesse original era cenografia. "Certo dia, durante um ensaio, descobri a capacidade que a luz tem de redefinir espaços, de contribuir grandemente para a imagem e o espírito do espetáculo", diz ele. A experiência inspirou uma paixão que ainda hoje permeia seu trabalho.

    A excelência de seu trabalho lhe conferiu muitos prêmios. Em 1992, seu projeto de iluminação para o espetáculo Saltimbanco garantiu-lhe um Drama-Logue Theater Award, concedido por críticos de uma revista de teatro da Califórnia com o mesmo nome. Em 1994, ele foi eleito designer do ano pela revista Lighting Dimensions International (LDI). Em 1997, o espetáculo da Martin Professionals The Atomic Lounge, do qual Luc Lafortune foi diretor artístico, conquistou o LDI por melhor espetáculo de luzes. Em 1998, conquistou o Entertainment Design Award por seu projeto de iluminação para o espetáculo "O".

    Luc Lafortune é freqüentemente convidado como orador para compartilhar seu conhecimento e idéias tanto com estudantes quanto com profissionais.

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  • François Barbeau

    Criador das fantasias

    Costume designer, director, and teacher François Barbeau is one of the most renowned and respected stage artisans in Canada. In 1998, he joined the team of designers behind the Cirque du Soleil show Dralion, and this creation earned him an Emmy in 2001, awarded by the Academy of Television Arts & Sciences for "Outstanding Costumes for a Variety or Music Program." His association with Cirque du Soleil continued in 2004 when he designed the costumes for the opening ceremonies of the XIth FINA World Championships in Montreal.

    In his career, François Barbeau has designed costumes for hundreds of plays, ballets, and operas presented in Canada, the United States, France, Switzerland, and Israel. He has also directed over fifty plays in Montreal and Toronto since 1984. In 1987, he created the costumes for the opera The Rake's Progress directed by Robert Lepage and presented at the Monnaie theatre in Brussels, Belgium.

    François Barbeau was the official costume designer at the Théâtre du Rideau Vert in Montreal for many years. He also works regularly, as costume designer or director, with many other major companies in Montreal, including the Théâtre du Nouveau Monde, the Nouvelle Compagnie Théâtrale, Quat'Sous, the Centaur, the Compagnie Jean-Duceppe, and the Théâtre d'Aujourd'hui, as well as the National Arts Centre in Ottawa.

    He features, as costume designer or artistic director, in the credits of dozens of Quebec films and television programs. His talent is recognized by French directors as well: Louis Malle called on him for Atlantic City and he worked with Gérard Depardieu on Tartuffe. In 2004, he created the costumes for Jean Beaudin's feature film Nouvelle-France, for which he received the Jutra award for "Best Costumes."

    From 1962 to 1987, François Barbeau also played a key role in training the new generation, as a teacher at the National Theatre School of Canada and then as director of the school's Scenography Program. His emulators include Dominique Lemieux, Michel Crête and Stéphane Roy, all designers at Cirque du Soleil.

    In 2000, François Barbeau received the Order of Canada, the country's highest distinction. His lifetime achievement has also been recognized with an honorary Masque from the Académie québécoise du théâtre, the Governor General's Performing Arts Award, and the Prix Victor-Morin of the Société Saint-Jean-Baptiste of Montreal. In 2007, the Université du Québec à Montréal granted him an honorary doctorate for his outstanding contribution to the improvement of performing arts and culture in Quebec.

    He has been awarded abundant other prizes and distinctions in the fields of theatre, film, and television.

    François Barbeau used highly unusual reflective materials in his costumes to capture the essence of the characters that evolve in the icy and frosty realm of Wintuk. Under his watchful eye, Cirque du Soleil's costume department turned into a full-fledged research lab for many months. "I wanted to move out of familiar waters with Wintuk, particularly in the area of materials and textiles," he notes.

    François Barbeau was born in Montreal.

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  • François Bergeron

    Desenho de Som

    François Bergeron has been designing sound for Cirque du Soleil for more than 20 years. His creations (Nouvelle Expérience, Saltimbanco, Quidam, "O", La Nouba, Varekai and ZED) have toured the world, earning him multiple awards, including "Sound Designer of the Year,” for multimedia facilities at the Nike flagship store in New York and Cirque du Soleil’s Quidam. He was part of the creation team that won a THEA Award for “O” in Las Vegas.

    Since moving to Los Angeles in 1993, François has designed the sound for numerous variety shows, plays, musicals, theme parks and museum experiences. He took part in the creation of the Tokyo DisneySea theme park and Templo del Fuego (Universal Studios Port Aventura in Spain), an assignment that eventually led to the creation of his own company, Thinkwell Design & Production. François regularly works on projects throughout the US, Europe, Asia and the Middle East.

    "The soundscape can elicit powerful emotions within a Cirque show,” he says. “It can warn of impending danger, heighten tension or trigger laughter. It is impossible to escape its influence. My challenge as the Sound Designer is to create an atmosphere that conveys the intentions of the director, highlights the music and support the artists."

    “To create the sound environment of IRIS, we used tools and techniques that are poles apart,” he adds. “On the one hand, we designed and installed an advanced sound system. On the other, we took a purely organic approach to create some of the sound effects, using anything we could lay our hands on. It’s a mixture of advanced digital technology and old-school know-how. This is our tribute to the film artisans.”

    François Bergeron was born in Saint-Hyacinthe, Quebec.

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