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Zumanity

Zumanity, o lado sensual do Cirque du Soleil, apresenta uma dimensão sedutora da realidade onde o aspecto lúdico e o proibido eletrizam os espíritos! Esqueça todas as suas inibições e deixe-se levar em uma aventura para adultos repleta de sensações fortes, acrobacias e prazeres libertinos. Unindo o burlesco ao cabaré, Zumanity é um espectáculo que você não esquecerá nunca! Zumanity foi criado para adultos a partir dos 18 anos de idade. Somente no New York-New York Hotel & Casino, em Las Vegas.

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Espectáculo residente em New York-New York Hotel and Casino, Las Vegas, NV

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Zumanity - Criadores

  • Dominic Champagne

    Escritor e Diretor

    Nascido no Quebeque em 1963, Dominic Champagne, um artista prolífero e multitalentoso, tem marcado presença na cena cultural do Quebeque desde que terminou a sua formação na Escola Nacional de Teatro do Canadá, em 1987. Com mais de 100 projectos produzidos em teatro e televisão, já foi distinguido com diversos prémios e honras.

    Para Dominic o circo significa um regresso às origens. Aos 20 anos, sozinho e sem dinheiro na Grécia, juntou-se ao circo, tornando-se... um rapaz do circo! O que lhe ensinou esta experiência? “O circo é um local onde a fraternidade é uma realidade e onde o choque de culturas é uma excepcional fonte de criatividade. O ambiente multi-étnico existente no Cirque du Soleil é uma inspiração. Alimenta o meu universo criativo.”

    Este universo é igualmente alimentado por figuras como Samuel Beckett, Charlie Chaplin, Gandhi e Martin Luther King. "Nasci no ano do discurso “I have a dream” (“Eu tenho um sonho”). Pertenço à geração que viveu o fim de uma era festiva conhecida como os anos 60 e que viveu as dificuldades do dia seguinte à festa. Sou um produto de sonhos e desilusões. Como artista, quero mostrar a beleza existente na miséria, quando alguém tenta escapar à sua própria situação.” Neto de um juiz e de um soldador, Champagne tenta homenagear ambos em cada projecto que concretiza.

    Em 1992, Champagne causou fleuma entre o público e os seus pares com o seu espectáculo, Cabaret Neiges Noires, construído em parceria com os seus colegas artistas do Théâtre Il Va Sans Dire. Inspirado pelo famoso discurso de Martin Luther King, a peça era inovadora na mensagem e processos. O guião era cínico, poético, profundo e divertido, ao mesmo tempo que era representado em ambiente festivo, com muita música e canções. A aposta de Dominic Champagne teve sucesso: o seu olhar crítico a uma era foi acertado e conseguiu trazer novos públicos ao teatro. O espectáculo já se apresentou mais de 100 vezes desde a sua estreia.

    Em 1998, Champagne trabalhou numa adaptação e direcção para teatro do texto Dom Quixote, de Cervantes, que atraiu um número recorde de espectadores ao Théâtre du Nouveau Monde, em Montreal. Em 2000, voltou a arriscar com a sua encenação de A Odisseia, de Homero. Esta peça voltou a bater recordes de audiência chamando a atenção de Andrew Watson, director criativo de Varekai: "Estou convencido que qualquer espectador, independentemente da língua que fala, é capaz de perceber a viagem de Ulisses. Dominic não necessita de palavras para contar uma história.”

    Foi o trabalho de Champagne no teatro e televisão que deu lugar ao convite do Cirque du Soleil para criar e dirigir Varekai, em 2002. O projecto seguinte de Champagne para o Cirque foi o de co-dirigir Zumanity (2003), com René Richard Cyr. A sua última colaboração com o Cirque foi na criação e direcção de LOVE, que estreou em Junho de 2006 no The Mirage Hotel, em Las Vegas.

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  • René Richard Cyr

    Writer and Director

    René Richard Cyr is one of the most versatile and prolific creators on the Quebec cultural scene. For 20 years, this acting graduate from Canada 's National Theatre School has pursued simultaneous careers as an actor, director, writer and producer in theatre, television, film and music. He has participated in over one hundred productions—both on stage and behind the scenes—with notable success in all fields.

    This is Cyr's first creative alliance with Cirque du Soleil, where he is working in tandem with long-time collaborator Dominic Champagne on the writing and directing of Zumanity. In the past, the two have repeatedly teamed up to design the huge outdoor event celebrating La Fête Nationale, Quebec 's national holiday. They are also credited with the creation and artistic direction of Le plaisir croît avec l'usage, a TV program broadcast on Télé-Québec and hosted by Cyr. The program has won two Gémeaux (an award for excellence in Canadian French-language television production) for best variety show. The ongoing success of this dynamic duo stems from a natural affinity between two good friends—who also happen to be creative masters.

    A man of many talents, Cyr is as eclectic as he is productive. As a theatre director, he frequently spotlights new works while staging memorable versions of well-known classics. He has also (among other things) directed numerous comedies, variety shows and theatre galas, and has even lent his lustre to musical theatre.

    "I've put rock 'n ' roll into my theatre productions and theatre into my rock shows. But one recurring theme marks my artistic choices: the desire to give a voice to new talent," says the director. Since 1998, Cyr has been artistic director and managing co-director of Montreal 's Théâtre d'Aujourd'hui, an institution committed to producing Quebec drama.

    The variety of awards showered upon this virtuoso testifies to the quality of his work in diverse cultural milieus. In 1985, 1986 and 1991, Cyr was honoured by the Quebec music industry association (ADISQ) for three different shows—one of them a Céline Dion production which netted him the "Director of the Year" award. In the 1990s, he twice won the Théâtre du Nouveau Monde's best direction award, while two more prizes (one awarded in Quebec , the other in Italy ) recognized his excellent acting in Michel Tremblay's Hosanna. The Quebec arm of the Academy of Canadian Cinema and Television also nominated Cyr for a Gémeau in two different categories: best direction on a short film debut, and best host of a televised series.

    More recently, his accomplished directing of the play The Man of La Mancha, by Dale Wasserman, Joe Darion, and Mitch Leigh, earned him two prestigious awards from the public and his peers at the 2003 Gala of the Académie québécoise du théâtre.

    René Richard Cyr was born in Montreal in 1958.

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  • Andrew Watson

    Direcção Criativa

    Depois de 10 anos a trabalhar como acrobata, Andrew Watson decidiu arriscar trabalhar nos bastidores e tornou-se Director Criativo nos espectáculos Cirque du Soleil, Varekai e Zumanity.

    Em 1984, ano de fundação do Cirque du Soleil, foi contratado como artista pelo Gerry Cottle Circus, em Londres. Tinha 24 anos e não tinha o treino que outros acrobatas tinham. Tal não o fez parar e tornou-se trapezista. Atraído pelo trabalho de combinação de elementos de teatro e elementos de circo, integrou a digressão do circo alemão Roncalli.

    Em 1987, atraído pela criatividade e audácia do Cirque, Andrew Watson juntou-se à equipa de “We Reinvent the Circus”, o espectáculo que na altura estava para protagonizar a primeira grande digressão norte-americana desta companhia de circo do Quebeque. Em 1990 deixou as luzes da ribalta e abraçou as funções der director de recrutamento e de treino artístico, coordenador artístico e director artístico. De 1994 a 1999 esteve maioritariamente envolvido nos espectáculos Saltimbanco, Alegría e Quidam.

    Em 1999, juntou-se à companhia New Millennium Experience, para a qual assinou os actos aéreos e supervisionou o treino dos acrobatas para o espectáculo New Millennium Dome Central, apresentado em Londres, como parte das festividades do ano 2000.

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  • Thierry Mugler

    Creator and Costume Designer

    Thierry Mugler is a French artist who is very well-reputed in the world of fashion and haute couture. He was a professional dancer starting at age 14 at the Opéra du Rhin, and the surpassing of the body and the love of performance are recurring themes in all his work: an accent is placed on the shoulders, women's bodies are flattered, and men's bodies are regarded with the same rigour.

    If clothing has been an integral part of Thierry Mugler's life, it was to take it to the next level: over almost thirty years, this born director has created a hundred or so spectacular shows attended by up to 13,000 people, including events at the Zénith, the Budo Kan and the Cirque d'Hiver. The international success of Thierry Mugler perfumes, launched in 1992, serves only to confirm his incredible talent.

    Thierry Mugler is also the author of short films, advertising films, photos and music videos. Thierry Mugler's collaboration with the Cirque du Soleil team for Zumanity caused a sensation in the worlds of fashion and show business!

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  • Stéphane Roy

    Cenografia

    A graduate of the National Theatre School of Canada, Stéphane Roy has worked as both a set designer and artistic director on over 100 productions in Montreal and abroad. While mainly active in theatre and dance, he has also worked in film, television, advertising and variety shows.

    Over the years Stéphane’s career has led to close working relationships with a number of directors and arts companies: He created the sets for several plays presented at Espace Go and the Théâtre du Nouveau Monde in Montreal and since 1990 he has designed sets for dance productions by such internationally-acclaimed dance troupes as La La La Human Steps and O Vertigo.

    Given that professional background, plus an architect father, a mother active in theatre and a unique social and artistic approach to performance space, it was perhaps inevitable that Stéphane would gravitate toward Cirque du Soleil, a relationship that began with the creation of Dralion, and continued with Varekai, Zumanity, KOOZA and now, Zarkana.

    Since 2011, Stéphane has been one of three artists in residence appointed by the Montreal Nature Museums group to create organic links between the city’s four natural science museums. He also designed The Warrior Emperor and China’s Terra Cotta Army exhibition at the Montreal Museum of Fine Arts.

    His achievements have earned him many awards and honors, including being named Revelation of the Year, All Categories Combined, by the Association Québécoise des Critiques de Théâtre in 1989. In 1992, the same association honored him with the award for best set design. His talent has also been recognized by the Conseil des Arts de la Communauté Urbaine de Montréal, the Academy of Canadian Cinema and Television and the Académie Québécoise du Théâtre.

    "In the lyrical, fantastic world of Zarkana, the setting, an abandoned decrepit theatre, is a character in its own right,” says Stéphane Roy. “The walls breathe, move and sing. In terms of aesthetics, we are at the beginning of the last century, between 1910 and 1930, midway between Gaudí, Klimt and Art Nouveau. The organic shapes are a nod to the master French glassmaker and jeweler René Lalique."

    Stéphane Roy lives in Montreal.

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  • Simon Carpentier

    Composer and Musical Director

    Composer Simon Carpentier, best known for his film and TV scores, has worked on one Cirque du Soleil show (Zumanity) prior to his compositions for Wintuk. He took his first piano lessons at the age of seven and began his professional career in Quebec City, where his personal recording studio was next door to a rehearsal studio used by musicians working in all genres.

    Simon first made his mark writing music for commercials and picked up more than 20 Quebec and international awards between 1989 and 1997. In 1989, he received a Mobius Award, an international prize handed out in Chicago for the music used in cinema advertising.

    His name appears in the credits of a dozen or so films, including Ladies Room, starring John Malkovich, and he has worked on numerous TV shows for a variety of networks, including TV5. In 2000 he composed the score for the 72-episode teen drama series Big Wolf On Campus which has been broadcast in 150 countries.

    In 1999, Simon recorded Amerindian singer Genevieve McKenzie’s album Shanipiap at the Sept-Îles reserve in Quebec. And in 2004, his spellbinding music was a major factor in the success of Italian quick-change genius Arturo Brachetti’s one-man show. His artistic curiosity and versatility recently led him to reinterpret the music of S. Alfonso dei Liguori and combine it with the words of Claude Péloquin, one of Quebec’s greatest poets. He has also created a series of albums of music for babies that have sold in more than 30 countries.

    Simon Carpentier drew upon several sources to compose the music of Wintuk. "I went back and listened to the music of family films and immersed myself in the world of a young boy. I also explored musical genres associated with New York – urban rhythms, jazz, hip hop, rhythm and blues and Latin music in particular. In the final analysis, I want the score of Wintuk, which keeps coming back as a leitmotiv, to stay with each member of the audience for a long, long time."

    Simon Carpentier was born in 1965 in Quebec.

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  • Debra Brown

    Coreógrafa

    Debra Brown is world renowned for her unique choreographies blending acrobatics and dance. She joined Cirque du Soleil in 1987 as a choreographer for We Reinvent the Circus and went on to choreograph the shows Nouvelle Expérience, Saltimbanco, Alegría, Mystère, Quidam, “O”, La Nouba, Corteo, one act in Zumanity, ZED, Zarkana, Michael Jackson THE IMMORTAL World Tour and Amaluna. She has also worked with artists and groups from a wide variety of disciplines including the 1990 Festival Mondial du Cirque de Demain (Paris), the John Corigliano’s opera The Ghosts of Versailles, presented at the Metropolitan Opera in New York and Wagner’s Ring Cycle, put on by the Lyric Opera of Chicago. In 1994, Debra created and produced Apogée, a 50-minute trampoline-based ballet which premiered in Toronto and was also presented in both Los Angeles and San Francisco at “Passport ’96,” an AIDS benefit hosted by Elizabeth Taylor and Magic Johnson. In 1995, she worked with Luciano Pavarotti on the Metropolitan Opera’s production of La Fille du Régiment (The Daughter of the Regiment) in New York. Debra also choreographed Aerosmith’s Jaded video and energetic performance for the American Music Awards in 2001, as well as Madonna’s Drowned world tour. Debra has worked with major musical acts such as Shakira, Wyclef Jean, Céline Dion and Madonna. Her film work includes Catwoman, Van Helsing and Barney’s Great Adventure. She received the Innovative Choreography Award in honour of her exceptional contribution to choreography and dance at the 14th Bob Fosse Awards in Los Angeles in 1997. In 2002, she received an Emmy Award for her choreography of an act created by Cirque du Soleil for the Academy Awards.

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  • Luc Lafortune

    Designer de iluminação

    Como diretor de iluminação para o espetáculo KÀ, Luc Lafortune contribui com sua décima segunda criação para o Cirque du Soleil. Lafortune trabalha com o Cirque du Soleil desde suas origens, em 1984. Naquele ano, ele foi contratado como técnico de iluminação nos bastidores. No ano seguinte, Luc estava no controle da cabine de iluminação da turnê de oito meses realizada pela jovem trupe. Em 1986, ele passou a designer de iluminação. Desde então, suas criações em iluminação tornaram-se conhecidas em todo o mundo.

    No Cirque du Soleil, seu currículo como criador inclui os espetáculos We Reinvent the Circus, Fascination, Nouvelle Expérience, Saltimbanco, Mystère, Alegría, Quidam, "O", La Nouba, Dralion, Varekai e ZUMANITY. Ele foi também co-diretor de fotografia para a gravação em vídeo do espetáculo Quidam.

    Em 2002, ele trabalhou com o diretor Robert Lepage no projeto de iluminação para a turnê mundial do cantor britânico Peter Gabriel intitulada Growing Up. Muitos outros artistas e grupos de sucesso internacional recorrem aos seus talentos. Suas realizações desde 1996 incluem trabalhos com os grupos No Doubt, The Eagles, Gipsy Kings e o circo suíço Salto Natale.

    Luc Lafortune estudou produção dramática na Universidade de Concórdia em Montreal . A princípio, seu interesse original era cenografia. "Certo dia, durante um ensaio, descobri a capacidade que a luz tem de redefinir espaços, de contribuir grandemente para a imagem e o espírito do espetáculo", diz ele. A experiência inspirou uma paixão que ainda hoje permeia seu trabalho.

    A excelência de seu trabalho lhe conferiu muitos prêmios. Em 1992, seu projeto de iluminação para o espetáculo Saltimbanco garantiu-lhe um Drama-Logue Theater Award, concedido por críticos de uma revista de teatro da Califórnia com o mesmo nome. Em 1994, ele foi eleito designer do ano pela revista Lighting Dimensions International (LDI). Em 1997, o espetáculo da Martin Professionals The Atomic Lounge, do qual Luc Lafortune foi diretor artístico, conquistou o LDI por melhor espetáculo de luzes. Em 1998, conquistou o Entertainment Design Award por seu projeto de iluminação para o espetáculo "O".

    Luc Lafortune é freqüentemente convidado como orador para compartilhar seu conhecimento e idéias tanto com estudantes quanto com profissionais.

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  • Jonathan Deans

    Designer de som

    Jonathan Deans, um dos mais requisitados designers de som no mundo do teatro musical, é o responsável pelo ambiente sonoro de Viva ELVIS. Foi responsável pelos arranjos sonoros de Saltimbanco, Mystère, “O”, La Nouba, ZUMANITY, KÀ, Corteo, The Beatles LOVE, KOOZA, Wintuk, CRISS ANGEL Believe e, mais recentemente, OVO, Jonathan considera o trabalho no Cirque e a abordagem criativa em equipe algo bastante estimulantes.

    Jonathan já era fascinado por eletrônica desde muito jovem. Aos 15, entrou para a companhia Royal Shakespeare Company como ator, onde seu interesse pelo som se misturou ao contexto teatral. Muitos anos mais tarde, depois de uma temporada como engenheiro de som na indústria musical, em especial no Morgan Studios onde trabalhou lado a lado com artistas como Cat Stevens, Paul Simon e Rick Wakeman, voltou aos teatros graças ao Royal Opera House, Covent Garden e, posteriormente, para a mixagem de som do musical A Chorus Line. Com muitos sucessos seguidos, se tornou o engenheiro de mixagem de som para dezenas de produções, incluindo Evita, Cats, Bugsy Malone e The Sound of Music.

    As conquistas de Jonathan como engenheiro de mixagem de som fez com que fosse contratado como designer de som no musical Marilyn. A esse feito, seguiram-se outros trabalhos em apresentações do West End, incluindo Time, Les Misérables, Mutiny, Jean Seberg e, em seguida, na Broadway, Ragtime, Fosse, King David, Damn Yankees, Taboo, Brooklyn, Lestat, Pirate Queen e Young Frankenstein.

    Para Jonathan Deans, os teatros permanentes do Cirque e o picadeiro são duas esferas completamente diferentes, quando o assunto é o design de som. "A demanda técnica é diferente, mas no que diz respeito à textura e à camada da música e do som, é a mesma coisa", conta. "Meu trabalho é criar um ambiente único para cada produção. E, seja qual for o ambiente, do ponto de vista acústico, devo me assegurar de que cada pessoa na plateia tenha a sensação de que está entrando em outro mundo.

    "Não temos o Elvis em nosso espetáculo, mas tudo o que fazemos está relacionado a ele, por isso, é muito importante que o sistema de som tenha o mesmo impacto que o sistema visual, que esteja à altura de Elvis", afirma Jonathan Deans. "O teatro para Viva ELVIS foi construído em grande escala, para se equiparar ao legado do rei. Para desenvolver um sistema de som que estivesse à altura dos desafios, enterramos subwoofers no solo para que pudéssemos utilizar a ressonância de baixa frequência da própria estrutura de concreto, de modo a incluir vibrações sonoras subsônicas que movimentariam literalmente o auditório em resposta às apresentações de música ao vivo, além de criar efeitos sonoros."

    Jonathan Deans nasceu na Inglaterra e reside na região de Nova York.

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  • Nathalie Gagné

    Maquilhagem

    Desde 1995 Nathalie Gagne já desenhou mais de 250 maquilhagens para os espectáculos Cirque du Soleil (Quidam, ‘O’, La Nouba, Varekai, Zumanity, KÀ, Corteo, para o espectáculo de arena em digressão, DELIRIUM, e, mais recentemente, para ZAIA e CRISS ANGEL Believe ).

    De uma forma incrível, Gagné consegue envolver os artistas na criação da sua “cara” de palco. “Ao contrário dos actores, os acrobatas não estão habituados a estudar a sua face. Um dos meus objectivos é conseguir que o façam, ajudando-os a encontrar por si próprios aquilo que denomino de “linhas de força”, as linhas essenciais para a construção dos seus personagens.”

    Nathalie Gagné é também responsável pela garantia da integridade do desenho de toda a maquilhagem que assinou. Uma vez que são os próprios artistas a aplicar a maquilhagem, foram criados workshops de técnicas de maquilhagem e estes são parte do treino básico de todos os artistas Cirque du Soleil. Em primeiro lugar, Gagné ensina os performers a aplicar a maquilhagem e, depois, entrega-lhes um manual passo-a-passo personalizado que servirá de guia a cada um.

    Antes de se juntar ao Cirque du Soleil, Nathalie Gagné trabalhou em teatro, cinema e televisão. Foi duas vezes nomeada para o Prémio Gémeaux pela melhor maquilhagem, em todas as categorias combinadas, uma honra atribuída pela Academia Canadiana de Cinema e Televisão. Desde adolescente que Nathalie Gagné é uma apaixonada pela maquilhagem e pela influência desta no trabalho final do actor. “A maquilhagem é um reflexo da alma do personagem”, afirma, “e é também a varinha mágica que apaga quaisquer inibições”. Nathalie Gagné estudou produção teatral na Cégep Saint-Hyacinthe, uma escola pública no Quebeque, após o que se tornou uma das primeiras licenciadas na École Christian-Chauveau (Montreal), uma filial da famosa escola de maquilhagem parisiense.

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  • Jaque Paquin

    Desenho de Rigging

    Em Varekai, Jaque Paquin teve responsabilidade dupla: a concepção de todo o equipamento acrobático utilizado no espectáculo e a adequação e instalação de todos os mecanismos de elevação nos equipamentos cenográficos (som, luz, cenários e equipamento acrobático).

    Jaque Paquin trabalha para o Cirque du Soleil desde 1990. Inicialmente contratado como Chefe da Oficina de Construção, depressa foi responsabilizado pela concepção dos ambiente aéreos de Saltimbanco, “O”, Dralion, Zumanity e KÀ. Também participou na adaptação do espectáculo de digressão Nouvelle Expérience para apresentações no Mirage, em Las Vegas. Entre1991 e 1996, foi Director Técnico e Produtor da digressão norte-americana de Saltimbanco e Director Técnico das digressões deste pela Europa e Japão. Em 1995 e 1996, foi director de operações no Festival Internacional de Jazz de Montreal e no FrancoFolies de Montréal.

    Jaque Paquin iniciou a sua carreira artística como técnico de luz, aos 14 anos de idade. Um ano depois abriu uma discoteca. Foi fazendo biscates como técnico de palco num teatro, pintor de cenários cinematográficos, trabalhou na televisão e, finalmente, como carpinteiro, líder de equipa e chefe de projecto num workshop de construção de cenários para teatro e espectáculos de variedade. Estudou História de Arte, com especialização em cinema, e electrónica. “Trabalhei em quase todas as áreas em que aqueles que constroem e operam os meus equipamentos trabalham. Deste modo, posso fazer o esforço de facilitar o trabalho dos técnicos e artistas.”, explica.

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  • Danny Zen

    Acrobatic Equipment and Rigging Designer

    Danny Zen first arrived at Cirque du Soleil in 1990 to work as a welder in the company's workshops. That same year he went on the first European tour of Le Cirque Réinventé, then moved on to Nouvelle Expérience on which he worked as a welder, assembler, mechanic and head usher. In 1992 he toured with Saltimbanco as a tent technician.

    Since 1993 Danny has worked in the continuing development of the Creative Studio at Cirque du Soleil. His innovations as head rigger and technical expert are largely responsible for establishing Cirque's demanding standards in training all its riggers, and maintaining the safety of the performers and technicians at all times.

    Danny has worked at the National Circus School in Montreal and has, over the years, contributed to the design of most of the aerial acrobatic equipment used in the Cirque du Soleil shows Alegría, Mystère, Quidam, Dralion, Varekai, "O", La Nouba and. He was also Head Rigger for Quidam in 1996. In 2008, he designed the rigging and equipment for the acrobatics show at the Quebec City 400th anniversary celebrations.

    Zarkana is Danny Zen’s third engagement as Acrobatic Equipment and Rigging Designer for a Cirque du Soleil show, following Corteo and KOOZA.

    “The acrobatic equipment on Zarkana was designed to blend in with the 1930s-inspired décor of the show,” he says. “The action of the show is set in the same period. I'm fascinated by the curves and organic shapes of that era and I've been inspired by the French Art Nouveau master glassmaker and jeweler Lalique and the Spanish architect and engineer Calatrava."

    Danny Zen was born in Saint-Luc, Québec.

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  • Normand Blais

    Prop Designer

    Over the past 15 years, Normand Blais has carved out a niche for himself in the Quebec theatre world by inventing and gaining recognition for a new role on creative teams—that of prop designer. He is also the first to hold this position at Cirque du Soleil.

    On Zumanity, Normand is in charge of designing hand props for the artists, in addition to furniture and objects for the stage created by set designer Stéphane Roy.

    Normand has participated in the production of over one hundred plays since completing his studies in Theatre Production at Cégep de St-Hyacinthe, Quebec, in 1987. From the outset, he made a veritable speciality out of his ability to unearth objects resonant with meaning, as well as his legendary attention to detail. In Montreal, Normand is "prop designer in residence" for contemporary theatre troupe La Compagnie Jean Duceppe, but that doesn't prevent him from sharing his talents with most of the city's other theatre companies.

    Many renowned Quebecois directors have called on Normand to help breathe life into productions that include both classics and original works. His ingenious and pertinent finds contributed to the success of the musical The Man of La Mancha, directed by René Richard Cyr, which in 2002 was awarded the Prix du public and the Prix de la meilleure production en région by the Académie québécoise du théâtre. In the same year, Normand also designed props for Italian quick-change artist Arturo Brachetti, internationally acclaimed by critics and the public alike.

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